Acompanhamento Terapêutico


VI Prêmio Arthur Bispo do Rosário
20 de abril de 2011, 16:53
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Inscrições até 31 de maio de 2011

Participe e divulgue!

O Prêmio prevê seis categorias artísticas: Esculturas/instalações; Pinturas e ilustrações; Fotografias; Poesias; Contos e crônicas; e Vídeos.

Serão premiados os três primeiros colocados em cada categoria (com dedução de impostos): R$ 2 mil para o 1º lugar; R$ 1,5 mil para o 2º lugar; e R$ 1 mil para o terceiro colocado.Os demais, até o 10º lugar, receberão certificados de Menção Honrosa.

O prêmio Arthur Bispo do Rosário homenageia o sergipano que viveu cinco décadas como interno, diagnosticado como esquizofrênico, na Colônia Juliano Moreira, em Jacarepaguá, RJ.

No início dos anos 60, Bispo do Rosário trabalhou como um “faz tudo” em uma clínica pediátrica, morando isolado no sótão, e desenvolveu grande parte de sua produção artística. Em 1969, voltou para a Colônia, onde ficou até sua morte, em 1989. Erro! O nome de arquivo não foi especificado.

Sua história mostra que, mesmo em condições adversas, ele pôde provar com sua arte a capacidade criadora do ser humano. Este também é o objetivo do concurso, aberto a todos que, direta ou indiretamente utilizaram serviços de Saúde Mental nos CAPS, nos Centros de Convivência, nos atendimentos psicológicos ou psiquiátricos das UBS, por exemplo.

Navegue pelo site www.crpsp.org.br/premio para saber como participar, os prazos para inscrição de trabalho, entre outras informações.

Consulte também: eventos02@crpsp.org.br; tel.: (11) 3061-9494, ramais 111, 130, 137 e 317.



Seleção de Acompanhantes Terapêuticos para equipe do Instituto A Casa
21 de março de 2011, 19:44
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O Departamento de Acompanhamento Terapêutico do Instituto A Casa está está selecionando acompanhantes terapêuticos para compor sua equipe.

Os interessados devem enviar currículo resumido acompanhado de carta de intenção para o e-mail: selecaoat@acasa.com.br

Para maiores informações, entre no site www.acasa.com.br



Caminhada em defesa do quarteirão cultural do Itaim Bibi
19 de março de 2011, 12:18
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O Movimento Popular em Defesa do Quarteirão da Saúde, Educação e Cultura do Itaim Bibi vai fazer uma caminhada em defesa da área de 20 mil m² ameaçada de ser vendida pelo executivo ao mercado imobiliário. A mobilização será no dia 21/03, às 12h00, na esquina entre as ruas Salvador Cardoso com a Cojuba.
A intenção é concentrar o maior número de pessoas entre funcionários, usuários, pacientes, pais e alunos dos oito equipamentos públicos que estão instalados no local (posto de saúde, escolas, creche, biblioteca e teatro, a APAE e o CAPS), além de moradores da região e de outros bairros, a fim de sensibilizar o prefeito para que ele desista de vender o local.
O movimento conta com a adesão de políticos, empresários, comerciantes e artistas como Eva Wilma, moradora do Itaim há mais de 30 anos.
Desde que a intenção da prefeitura de vender o terreno foi publicada no informativo do Diário Oficial, em dezembro de 2010, os moradores do bairro do Itaim-Bibi começaram a se mobilizar em defesa do quarteirão. Já realizaram cinco assembleias, colheram cerca de quase 10 mil assinaturas em abaixo-assinado eletrônico e em barraquinhas instaladas na Rua João Cachoeira e no Parque do Povo, além de ter sido instaurado dois inquéritos nas promotorias da Justiça e do Meio Ambiente e do Patrimônio Público. E ainda prometem muita movimentação pela frente.
Quarteirão reúne saúde, cultura, arte e meio ambiente.
O quarteirão ocupa uma área de cerca de 20 mil m², entre as ruas Cojuba, Lopes Neto, Salvador Cardoso e Av. Horácio Lafer. Aí está instalada, a Biblioteca Anne Frank; a EMEI Escola Infantil Tide Setúbal; a creche Santa Teresa de Jesus; a Unidade Básica de Saúde José de Barros Magaldi; a Escola Estadual de tempo integral Prof. Ceciliano José Enne; a APAE – Escola Zequinha; o Centro de Atenção Psicossocial 24 horas e o Teatro Décio de Almeida Prado, sendo que 7 deles foram recentemente reformados pela própria prefeitura de São Paulo. Todas as entidades atendem diariamente centenas de crianças, portadores de necessidades especiais, estudantes, pessoas em busca de atendimento médico e psicológico, usuários da biblioteca, além dos profissionais que trabalham em cada equipamento.
Na área está a biblioteca Anne Frank, a mais antiga biblioteca infantil instalada fora do centro da cidade e a maior densidade e diversidade de árvores naturais da região, algumas centenárias.
A prefeitura alega que a venda do terreno reverterá na construção de 200 creches em outros locais da cidade.
Próximos passos do movimento
Depois da caminhada do dia 21/3, os moradores já têm marcada uma audiência pública na Câmara Municipal, no dia 28/3, às 19 horas.

Mais informações:
Prof. Helcias Pádua, tel. (11) 9568-0621; 2818-6600; helciaspadua@yahoo.com.br.
Jorge Rubies, tel. (11) 3105-3053; info@preservasp.org.br.

Jornalistas responsáveis:
Sandra Nedopetalski
E-mail: snedo@terra.com.br;
Arismar Garcia
E- mail: arismar.garcia@gmail.com

Sandra Nedopetalski
Jornalista
Tel.: (11) 3071-0495
snedo@terra.com.br
www.csnprojetoseditoriais.com.br

VISITE O SITE WWW.MEMORIASDOITAIM.COM.BR



AudioVisual Project Video
12 de março de 2011, 23:48
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Encounters through Generations is a series of filmed events organised at the Institute of Psychoanalysis between old and new generations of psychoanalysts and candidates in training. This video is an edit of a longer DVD documentary which we hope will be available after Summer 2010.

Segue o Link, com o vídeo em Inglês.

http://www.psychoanalysis.org.uk/audiovisualgenerations.htm



Brasil terá fórum para defender que transtorno de aprendizagem não é doença
12 de novembro de 2010, 18:07
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Sarah Fernandes

Trinta e três organizações sociais vão lançar, no próximo sábado (13/11), o Fórum sobre Medicalização na Sociedade, que trabalhará para reduzir o total de diagnósticos médicos de transtorno de aprendizagem e o uso de remédios para amenizá-los. A ideia é discutir quais características da estrutura escolar podem dificultar a aprendizagem.

O grupo de trabalho, que atuará em escala nacional, está sendo formulado e discutido no “I Seminário Internacional A Educação Medicalizada: Dislexia, TDAH e outros Supostos Transtornos”. No evento, realizado entre 11 e 13 de novembro, em São Paulo (SP), aconteceram pelo menos duas Conferências para discutir e formular as diretrizes de trabalho do Fórum.

“Há uma tendência em considerar as dificuldades de aprendizagem como um problema orgânico do aluno, sem levar em conta que as políticas educacionais, as formas de gestão e o currículo podem contribuir para um desempenho aparentemente ruim”, disse a representante da Associação Brasileira de Psicologia Escola e Educacional, Marilene Proença, durante o Seminário.

A premissa do Fórum é defender o fim do uso de remédios nos supostos transtornos de aprendizagem (dislexia, hiperatividade e transtorno do déficit de atenção). Ele também trabalhará em prol do respeito à diversidade no processo de aprender, do direito à saúde e à educação pública, de acordo com a primeira versão do manifesto de lançamento, a ser modificada no evento.

Para isso, as organizações participantes – entre elas a Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, o Sindicato dos Psicólogos de São Paulo e o Instituto Sedes Sapientiae — preveem produzir materiais de comunicação, incluir o tema no currículo dos cursos de graduação e acompanhar as políticas públicas para a área.

“Problemas sociais e políticos, que afligem a vida das pessoas, são artificialmente transformados em meras questões individuais, descontextualizadas das condições em que tais dificuldades são produzidas”, aponta a primeira versão do manifesto. A medicalização, segundo o documento, tem o papel de “ocultar violências físicas e psicológicas, transformando as vítimas em portadores de distúrbios em comportamento”.

No evento também foi anunciado um projeto de lei de São Paulo para criar o Dia Municipal de Luta contra a Medicalização, a ser comemorado anualmente, em 11 de novembro.

 



Manifesto pela redução da jornada dos psicólogos
6 de novembro de 2010, 19:36
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Manifesto em apoio à jornada de 30 horas para os psicólogos

Excelentíssimo(a),

Parabenizamos essa casa pela aprovação do PL que definiu a jornada de trabalho dos Assistentes Sociais em 30 horas semanais. Tal jornada faz justiça à qualidade e ao nível de especialização de uma profissão tão importante para a qualidade de vida e o exercício da cidadania da sociedade brasileira.

Ocorre que a nossa profissão, a psicologia, luta pela aprovação de uma lei no mesmo sentido. Nossa reivindicação é idêntica. Queremos regulamentar nossa jornada em 30 horas semanais.

Tal qual os Assistentes Sociais, os psicólogos querem garantir uma jornada compatível com o nível de especialização e com o desgaste que uma jornada estendida provoca. Reduzindo as horas trabalhadas, estamos protegendo o profissional e a ele garantindo melhores condições de trabalho que, ao final, se reverte em melhor qualidade dos serviços prestados. O ganho é também da população atendida.

Com a aprovação do PL dos Assistentes Sociais e com a sanção presidencial, ficam dirimidas as dúvidas quanto à legalidade ou constitucionalidade de um PL que contemple o anseio da psicologia. É possível afirmar que há em nosso favor, assim como houve para os Assistentes Sociais, argumentos consistentes, sendo questão de bom senso aprovar as 30 horas para os psicólogos.

Hoje já somos mais de 160 mil psicólogos no Brasil e, somente no Estado de São Paulo, 70 mil cadastrados. Uma categoria com essa magnitude merecerá seu voto favorável a uma causa tão desejada e de tão grande importância para o exercício da profissão.

Encaminharemos, o SinPsi e demais entidades representativas da categoria, uma proposta de PL em breve.

Esperamos contar com apoio de Vossa Excelência e com seu voto decidido em prol de nossa causa.

Atenciosamente,

Rogério Giannini
Presidente do Sindicato dos Psicólogos de São Paulo

Fonte: http://sinpsi.org/noticias.php?id=981

Atenciosamente

COMISSÃO DE CRIANÇA E ADOLESCENTE

GRUPO DE TRABALHO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL

Conselho Regional de Psicologia – 6ª Região
Fone: (11) 3061-9494
Rua Arruda Alvim, 89 – Jd. América

Assine nos links abaixo. Os dois manifestos tem igual conteúdo (vide texto abaixo)

Para os Senadores: http://www.sinpsi.org/envia-manifesto.php?id=9&tipo_info=1&id_info=990

Para os Deputados Federais: http://www.sinpsi.org/envia-manifesto.php?id=8&tipo_info=1&id_info=981




Dia Mundial de Prevenção do Suicídio
10-09-2010
Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e OMS
Data, comemorada a 10 de Setembro, promove o compromisso mundial e medidas para evitar o suicídio.
“Muitas faces, muitos lugares, prevenção do suicídio ao redor do mundo” (Many faces, many places: suicide prevention across the world) foi o tema escolhido pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para comemorar este ano o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, a 10 de Setembro.

O suicídio é a principal causa evitável de mortes prematuras. A efeméride promove o compromisso mundial e medidas para prevenir o suicídio.

De acordo com a OMS, em média, quase três mil pessoas cometem suicídio diariamente. Estima-se ainda que por cada morte por suicídio existam vinte ou mais tentativas de suicídio.

Todavia, ambas as situações têm sérias consequências emocionais para as pessoas mais próximas, família e amigos. O impacto emocional causado pela perda devida ao suicídio pode durar muitos anos, em termos individuais, e pode ter, nas famílias, consequências que se estendem por várias gerações.

Para mais informações:

http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/eventos/



Argentina produz código de ética para Acompanhantes Terapêuticos
26 de agosto de 2010, 13:16
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Com bastante felicidade recebemos o código de ética de nossos “hermanos”.

ASOCIACIÓN ACOMPAÑANTES TERAPÉUTICOS DE LA REPÚBLICA ARGENTINA (AATRA)

CODIGO DE ETICA [1]

INTRODUCCIÓN

El Código de Ética de la Asociación de Acompañantes Terapéuticos de la República Argentina (AATRA) tiene como propósito proveer tanto principios generales como normativas deontológicas orientadas a las situaciones con que pueden encontrarse los Acompañantes Terapéuticos en el ejercicio de su profesión, estableciendo así las reglas de conducta profesional que han de regir su práctica.

Consta de una Introducción, un Preámbulo, una Declaración de Principios y una sección de Disposiciones Deontológicas.

La Introducción expresa la intención y alcance de aplicación del Código de Ética.

El Preámbulo y la Declaración de Principios constituyen objetivos deseables que guían a los acompañantes hacia los más elevados ideales del Acompañamiento Terapéutico; expresan así el espíritu de este Código y si bien no son en sí mismos reglas obligatorias deben ser considerados prioritariamente ya que constituyen el fundamento mismo del actuar ético de los acompañantes terapéuticos.

Las Disposiciones Deontológicas establecen reglas de conducta profesional, las que expresan deberes que afectan a todos los acompañantes terapéuticos, considerando que descuidar estos deberes atenta contra los derechos de los receptores de los servicios profesionales.

En el proceso de toma de decisiones relativas a su conducta profesional, los acompañantes terapéuticos deben considerar este Código de Ética y el de la Organización en que se encuentran  asociados, además de las leyes vigentes.

Si el Código de Ética establece un principio superior al exigido por la ley o a las que pudieran emanar de Instituciones en las que presta sus servicios, los acompañantes deben cumplir con el principio ético más elevado.

En caso de contradicción, aun parcial, entre dos bienes protegidos los acompañantes terapéuticos procederán siempre según el criterio ético de optar por el que ocupe el lugar más alto en la escala valorativa. Si una cuestión no puede ser resuelta por el presente Código, ni por el Código de Ética del Colegio o Asociación a que pertenecen, los acompañantes terapéuticos deberán considerar otras instancias de consulta específicamente idóneas y representativas.

Si bien este Código no sustituye a los Códigos de Ética de otras Organizaciones a las que pudieran estar ligados los asociados a AATRA, se entiende que es apropiado que en el caso de que un acompañante terapéutico sea sancionado por faltas éticas en la Organización a la que pertenece, la sanción sea comunicada, para que las mismas tomen conocimiento y actúen según los principios que emanan del presente código.

PREAMBULO

Los acompañantes terapéuticos nucleados en la Asociación de Acompañantes Terapéuticos de la República Argentina (AATRA) se comprometen a ejercer su profesión guiados por los principios y reglas de acción que contiene este Código de Ética.

Propician para el ser humano y para la sociedad en que están inmersos y participan, la vigencia plena de los Derechos Humanos, la defensa del sistema democrático, la búsqueda permanente de la libertad, la justicia social y la dignidad, como valores fundamentales que se traduzcan en un hombre y una sociedad protagonista, crítica y solidaria.

Entienden bienestar psíquico como uno de los Derechos Humanos fundamentales y trabajan según el ideal social de promoverla todos por igual, en el mayor nivel de calidad posible y con el sólo límite que la ética y la ciencia establecen.

Comprenden que es responsabilidad individual de cada acompañante aspirar a alcanzar él mismo y promover en sus colegas una actitud responsable, lúcida y comprometida frente al ser humano concreto y sus condiciones.

No consienten ni participan deliberadamente prácticas discriminatorias.

Propician la armonía entre colegas, pero concuerdan en que el sentimiento de solidaridad profesional no puede avalar o encubrir errores, faltas éticas, crímenes o contravenciones penales practicadas por otros en prestación de servicios profesionales.

DECLARACIÓN DE PRINCIPIOS

El Código de Ética de Asociación de Acompañantes Terapéuticos de la Republica Argentina (AATRA) hace suyos los siguientes Principios Generales, acordados por los países miembros y asociados del Mercosur en la ciudad de Santiago de Chile. 7 de noviembre de 1997:

A. Respeto por los derechos y la dignidad de las personas.

Los acompañantes terapéuticos se comprometen a hacer propios los principios establecidos por la Declaración Universal de los Derechos Humanos. Asimismo, guardarán el debido respeto a los derechos fundamentales, la dignidad y el valor de todas las personas, y no participarán en prácticas discriminatorias. Respetarán el derecho de los individuos a la privacidad, confidencialidad, autodeterminación y autonomía.

B. Competencia

Los acompañantes terapéuticos se comprometen a asumir niveles elevados de idoneidad en su trabajo. Asimismo, Reconocen las fronteras de sus competencias particulares y las limitaciones de su pericia. Proveerán solamente aquellos servicios y técnicas para las que están habilitados por su formación académica, capacitación o experiencia.

Tendrán en cuenta que las competencias que se requieren en la asistencia, enseñanza, y/o estudios de grupos humanos, varían con la diversidad de dichos grupos.

Los acompañantes terapéuticos se mantendrán actualizados en el conocimiento científico y profesional, relacionado con su ejercicio, reconociendo la necesidad de una educación continua. Asimismo, harán un uso apropiado de los recursos científicos profesionales técnicos y administrativos.

C. Compromiso profesional y científico

Los acompañantes terapéuticos se comprometen a promover el acompañamiento terapéutico en cuanto saber científico. En su trabajo, asumirán sus responsabilidades profesionales, a través de un constante desarrollo personal, científico, técnico y ético.

D. Integridad

Los acompañantes terapéuticos se comprometen a promover la integridad del quehacer científico, académico, y de práctica del acompañamiento terapéutico. Al informar acerca de sus antecedentes profesionales y curriculares, sus servicios, sus honorarios, investigaciones o docencia, no harán declaraciones falsas o engañosas. Se empeñarán en ser sumamente prudentes frente a nociones que degeneren en rotulaciones devaluadoras o discriminatorias.

Asimismo, se empeñarán en ser conscientes de sus sistemas de creencias, valores, necesidades y limitaciones y del efecto que estos tienen sobre su trabajo.

En su accionar científico profesional clarificarán a las partes acerca de los roles que están desempeñando y funcionarán según esos mismos roles.

E. Responsabilidad social

Los acompañantes terapéuticos se comprometen a asumir su responsabilidad profesional y científica hacia la comunidad y la sociedad en que trabajan y viven. Este compromiso es coherente con el ejercicio de sus potencialidades analíticas, creativas, educativas, críticas y transformadoras.

Los acompañantes terapéuticos ejercen su compromiso social a través del estudio de la realidad y promueven y/o facilitan el desarrollo de leyes y políticas sociales que apunten, desde su especificidad profesional, a crear condiciones que contribuyan al bienestar y desarrollo del individuo y de la comunidad.

NORMAS DEONTOLOGICAS

La mayoría de las reglas fueron redactadas en términos generales, de manera que puedan adecuarse a las distintas situaciones regionales y ser aplicadas a todos los acompañantes terapéuticos, independientemente del ámbito profesional en que desempeñen su labor, pudiendo la aplicación de una regla variar según el contexto. Las reglas que se establecen en el presente Código deben ser consideradas como directivas generales; en tanto que no son exhaustivas; no implican la negación de otras no expresadas que puedan resultar del ejercicio profesional consciente y digno. La ausencia de disposiciones expresas no debe interpretarse como admisión de prácticas y actos incompatibles con la vigencia de los principios enunciados; por el contrario, confrontados con tal situación, los acompañantes terapéuticos deben conducirse de manera coherente con el espíritu de este Código.

Art.1- Las disposiciones del presente Código de Ética serán de aplicación a todo asociado a la Asociación de Acompañantes Terapéuticos de la República Argentina (AATRA);  ya sea que ejerzan su profesión de modo independiente o en relación de dependencia, en el ámbito público o en el privado, quienes deberán respetar éste código con sus normas de fondo y procedimientos mientras está vigente.

a)     El conocimiento de éste código es obligatorio y por ninguna circunstancia se podrá alegar su desconocimiento.

b)     Toda la legislación profesional es de orden público y por lo tanto de cumplimiento obligatorio. En consecuencia la conducta profesional del acompañante terapéutico queda sometida a las disposiciones del presente código.

DEBERES FUNDAMENTALES DEL ACOMPAÑANTE TERAPEUTICO:

Art.2- El acompañante terapéutico se guiará en su práctica profesional por los principios de responsabilidad, competencia, prescindiendo de cualquier tipo de discriminaciones.

Art.3- El acompañante terapéutico debe abstenerse de participar activa o pasivamente en cualquier acción o forma de tortura, tratos crueles, inhumanos o degradantes, y de todo tipo de apremio ilegal que atente contra los derechos humano reconocidos mundialmente, incitar a ellos encubrirlos o intentar cometerlos.

Art.4- El acompañante terapéutico deberá abstenerse de establecer relaciones terapéuticas con personas que tengan con él vínculos de autoridad, familiaridad o de estrecha intimidad, debiendo en todos los casos restringir su relación al área estrictamente profesional, salvo cuando la técnica a emplear no afecte ni sea afectada por este tipo de vínculos.

Art.5- En caso de tratar a menores de edad, el acompañante terapéutico deberá obtener el consentimiento de sus padres, tutores o representantes legales. Sólo actuará sin él cuando razones de urgencia así lo exijan, caso en el que se recomienda recabar la opinión a actuar conjuntamente con un profesional.

Art.6.- Ningún acompañante terapéutico prestará su nombre a personas no facultadas por autoridad competente para practicar la profesión, ni colaborar con acompañantes terapéuticos inhabilitados o no habilitados.

Art.7.- El acompañante terapéutico no podrá derivar en personas no habilitadas legalmente funciones específicas de la profesión.

Art.8.- Todo acto que se realice en forma apresurada y deficiente con el objeto de cumplir con la obligación administrativa o por motivos personales, constituye una conducta reñida con la ética.

DEBERES  INHERENTES AL EJERCICIO PROFESIONAL

Art.9.- El acompañante terapéutico asistirá a pacientes, previa solicitud de un profesional o de un familiar; en este último caso estará obligado a consultar a quien trate al paciente, para orientar la tarea de acompañamiento y a supervisar la tarea con un director de tratamiento o coordinador de equipo de salud. Se abstendrá de intervenir en aquellos casos en los que no hubiere terapeuta, coordinador o profesional a cargo del tratamiento, en el entendimiento que el ejercicio profesional del acompañamiento terapéutico constituye una labor auxiliar y complementaria en los dispositivos asistenciales.

Art.10.-El acompañante terapéutico debe propender a que los pacientes gocen del principio de libertad de elección del acompañante terapéutico.

Art.11.- En su ejercicio profesional el acompañante terapéutico debe establecer y comunicar los objetivos, métodos y procedimientos que utiliza, así como sus honorarios y horarios de trabajo.

Art.12.- El acompañante terapéutico, al dejar su labor profesional, tiene la responsabilidad de concluir la tarea que realiza o, en si defecto, hacer la derivación pertinente, de modo que la misma pueda ser continuada satisfactoriamente por otro colega.

Art.13.- Es deber del acompañante terapéutico respetar la voluntad del consultante cuando sobreviene su negativa a proseguir bajo su atención. En dicho caso el acompañante puede realizar un documento en el cual informa los riesgos de discontinuar el acompañamiento que debe ser firmada por el paciente o la familia del mismo.

Atr.14.- Es responsabilidad inherente al ejercicio profesional del acompañante terapéutico:

a)     La actualización periódica y permanente de sus conocimientos como garantía de responsabilidad e idoneidad que contribuya al prestigio de la práctica.

b)     La supervisión del trabajo realizado con periodicidad.

c)      La actualización permanente y periódica de sus conocimientos como garantía del servicio que se brinda.

Art.15.- Es inconveniente realizar publicaciones con referencias técnicas o procedimientos personales en medios de difusión no especializados si previamente no han sido sometidas a consideración en su ámbito específico.

Art.16.- Las declaraciones u opiniones del acompañante terapéutico debe formular en relación a su práctica con el fin de informar al público deberán plantearse siempre con rigor científico, sin perjuicio de adecuarse al nivel de comunicación que corresponda.

SECRETO PROFESIONAL:

Art.17.- Entiéndase por secreto profesional aquello que no es ético o licito revelar sin causa justa, referido a las relaciones clínicas o de consulta concernientes a pacientes, sus familias  o instituciones.

Art. 18.- Cuando se trate de trabajo profesional en equipo, sobre todo los miembros del mismo pesa la obligación de guardar el secreto profesional.

Art. 19.- El deber de guardar secreto profesional subsiste aún después de concluida la relación con el consultante

Art. 20.- Los acompañantes terapéuticos no deben usar en provecho propio las confidencias recibidas en ejercicio de su profesión, salvo que tuvieran expreso consentimiento de los interesados.

Art.21.- Los acompañantes terapéuticos  tienen una obligación primordial de respetar los derechos a la confidencialidad de aquellos con quienes trabajan o consultan.

Art. 22.- Los acompañantes terapéuticos deben minimizar intrusiones en la privacidad, sobre todo cuando se trabaje en el domicilio de los pacientes.

Art. 23- Límites de Secreto Profesional:

a) La información amparada por el secreto profesional sólo podrá ser transmitida para evitar un grave riesgo al que pueda estar expuesta persona atendida o terceros. En todo caso, sólo se podrá entregar a las personas calificadas la información que, a juicio del asociado actuante, aparezca  como estrictamente necesaria para cumplir el referido objetivo.

b) Los informes escritos o verbales sobre personas, instituciones o grupos deberán  excluir aquellos antecedentes entregados al amparo del secreto profesional, y se proporcionarán sólo en los casos necesarios, cuando, según estricto criterio del profesional interviniente, constituyan elementos ineludibles para confeccionar el informe.

c)      La información que se da a padres y/o demás- por ejemplo a las instituciones que la hayan requerido- debe realizarse de manera que no condicione el futuro del consultante o pueda ser utilizada en su perjuicio.

d)     Todo lo relativo al secreto profesional debe cumplirse igualmente en todos los ámbitos y en todo tipo de prestación.

e)     El Comité de Ética, en forma directa y sumarísima, determinará en su caso si existe o no violación al resguardo del secreto profesional

DEBERES  RESPECTO DE SUS COLEGAS Y DE AATRA

Art.24.- Las relaciones entre los acompañantes terapéuticos deben estar inspiradas en el respeto mutuo, la sana competencia, la solidaridad profesional y la  cooperación.

Art.25.- El acompañante terapéutico debe ser solidario con sus colegas con independencia de las distintas escuelas, corrientes o métodos que utilicen, teniendo en cuenta que todos tienen como objetivo común el cuidado de la salud de la población y comparten la responsabilidad del constante progreso de la ciencia.

Art.26.- Es contrario a la ética difamar, calumniar o tratar de perjudicar a un colega por cualquier medio. Así como debe ser respetuoso del trabajo e ideología del equipo a cargo del paciente

Art.27.- Cuando un acompañante terapéutico recibe la responsabilidad de un trabajo que anteriormente fue atendido por un colega, éste deberá proporcionarle toda la información que se le solicite, sin perjuicio del cumplimiento de los deberes referidos al secreto profesional establecidos supra.

Art.28.- Las relaciones entre el acompañante terapéutico y su asociación deben basarse en los principios de respeto, responsabilidad y mutua lealtad.

Art.29.- El acompañante terapéutico debe contribuir al prestigio y progreso de la profesión colaborando con la Asociación en el desarrollo de su cometido. Debe asistir a las asambleas de la asociación y votar cuando sea el caso.

Art.30.- Los honorarios se establecerán convencionalmente sin que puedan ser inferiores a los aranceles profesionales mínimos sugeridos por AATRA.

Art. 31.- El Acompañante Terapéutico debe cumplir puntual y espontáneamente con el pago de cuotas y cargas sociales que AATRA requiera.

Art.32.- Los asociados deberán expresar las críticas que consideren pertinentes y promover la autocrítica como práctica de superación de los problemas internos que hacen a la práctica, no debiendo, por lo tanto, formular públicamente opiniones que menoscaben su prestigio.

Art.33.- En las publicaciones que sean producto de un trabajo compartido, deberán incluirse los nombres de todos los participantes y precisar su grado de responsabilidad y colaboración.

Art.34.- Es contrario a la ética exponer o publicar como si fueran propias, ideas que no sean de propia elaboración, o datos en cuya recolección no se haya intervenido, sin citar con toda claridad la fuente o el autor.

DERECHOS DEL ACOMPAÑANTE TERAPEUTICO

Art.35.- El acompañante terapéutico no deberá acatar instrucciones emanadas de sus empleadores cuando éstas lo obliguen a contravenir los principios o normas de la ética profesional. En caso de conflicto entre los procedimientos institucionales y los intereses de las personas a quienes va dirigido el servicio, el acompañante terapéutico debe optar por defender a estos últimos.

Art.36.- A menos que exista una limitación legal, reglamentaria o contractual, el acompañante terapéutico podrá utilizar para trabajos científicos los datos que recoja o elabore dentro de la institución en la que trabaja, resguardando la privacidad de la información.

SANCIONES DISCIPLINARIAS

Art. 37.- La violación de los deberes y obligaciones contenidos en éste Código de Ética, será sancionada disciplinariamente, por el Comité de Ética de la Asociación de Acompañantes terapéuticos de la Republica Argentina

Art.38.- El acompañante terapéutico está obligado a colaborar en las investigaciones que el Comité de Ética disponga y a ser veraz en sus intervenciones. Debe brindar al Comité de Ética cuando se lo requiera informe oportuno o aclaratorio sobre su persona o actividad profesional.

Art.39.- Las sanciones disciplinarias serán graduales, desde las consideradas leves hasta las más graves; corresponde al Comité de Ética  establecer, en su caso, la sanción disciplinaria a aplicarse.

Art.40.- Considerándose la máxima sanción disciplinaria la expulsión de la Asociación.

En la Ciudad de Buenos Aires, a los 21 días del mes de Agosto de 2010.
Elaborado por: Lic. María Laura Frank y Lic. Nilda Graciela Bustos

COMISION DIRECTIVA

PRESIDENTE:                          DRAGOTTO, Pablo Alberto

VICEPRESIDENTE:                   CHAYAN, Karina Gabriela

SECRETARIO:                         PEVERELLI, Maximiliano

PROSECRETARIO:                   FRANK, María Laura

TESORERO:                            RACCA, Gustavo Alejandro

PROTESORERO:                     SCHNEEROFF, Susana

VOCALES TITULARES:

GARCÍA, Sebastián Emilio

CIPOLLONE, Eva Beatriz

VOCALES SUPLENTES:

BUSTOS, Nilda Graciela

DEL BUENO, Magalí

ORGANO DE FISCALIZACIÓN:

TITULARES:

FERNÁNDEZ, Verónica Evangelina

ENTROCASSI, Berta

SUPLENTE:

GRAIÑO, Carlos Alberto


[1] Para la redacción se tuvieron como documentos base los Códigos de Ética de la Asociación de Acompañantes Terapéuticos de Bahía Blanca (Pcia de Buenos Aires) y Federación de Psicólogos de la República Argentina (Fe.P.R.A.) Aprobado por la Asamblea del 10/4/1999



Chamada consultórios de rua
26 de agosto de 2010, 11:34
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O Ministério da Saúde, por meio da Área Técnica de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), torna pública a II Chamada para Seleção de Projetos de Consultório de Rua, com o objetivo de selecionar 20 “Projetos de Consultórios de Rua” que receberão, em 2010/2011, incentivo financeiro para fomentar ações de saúde nas ruas voltadas à população dependente de drogas. Serão investidos R$ 2 milhões nessa iniciativa.
Essa proposta é uma das ações do Plano Emergencial de Ampliação do Acesso ao Tratamento e Prevenção em Álcool e Outras Drogas (PEAD) e tem o objetivo de contribuir para a ampliação do acesso aos cuidados de saúde para pessoas que usam álcool e outras drogas no Sistema Único de Saúde (SUS), potencializar intervenções desenvolvidas em contexto de rua e articular diferentes redes de atenção à população usuária, especialmente crianças, adolescentes e jovens moradores de rua em situação de vulnerabilidade e risco de naturezas diversas.

Podem participar da seleção Secretarias Municipais de Saúde de municípios com mais de 300.000 habitantes.

As inscrições para a 2ª Chamada para Seleção de Projetos de Consultórios de Rua serão feitas por meio de formulário eletrônico, disponível no período de 29 de abril a 15 de maio de 2010.

Veja o Edital completo no Ministério da Saúde, Portal da Saúde.



Ministério habilita CAPS de número 1.500
26 de agosto de 2010, 11:30
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O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), habilitou nesta sexta-feira, 14 de maio, o Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPs-AD) de número 1.500, no município de Corumbá (Mato Grosso do Sul). Esse é o quatro centro dessa modalidade no estado e a expectativa é de que ele atenda cerca de 400 pacientes.

Localizado próximo a fronteira com a Bolívia, este CAPSad atenderá a população dos dois países.

A oferta de atenção à saúde por meio dos CAPS fortalece o modelo de assistência centrado na atenção comunitária e vai de encontro as ações do Plano Emergencial de Ampliação do Acesso ao Tratamento e Prevenção em Alcool e Outras Drogas (PEAD).

Fonte: Portal da saúde, Ministério da Saúde, Brasil.




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