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São Paulo, 20 e 21 de maio de 2011
A folie à deux é uma experiência delirante entre dois sujeitos que interroga a possibilidade da separação no campo da paranóia, ao mesmo tempo em que reúne elementos para situar as dificuldades que são encontradas na relação mãe-filha. O tema será abordado por oito psicanalistas e debatedores que discutirão com o público presente.
Conferencistas: Claudia Thereza Guimarães de Lemos, Flávia Trocoli, Mariângela Máximo Dias, Maria Teresa Guimarães de Lemos, Marta Togni Ferreira, Mauro Mendes Dias, Monica Rogulski Fiorillo (enfermeira), Osvaldo de Vitto, Sandra Berta.
Debatedores: Ana Lucia Panachão, Claudia, Klouri, Cristina Helena Guimarães, Lúcia Arantes, Luciana Lorens Braga, Maria Francisca Lier de Vitto, Renata Caiaffa.
Local: Centro Clínico Pinheiros – Rua João Moura, 647 Pinheiros São Paulo SP
Horários:
Dia 20 de maio, das 18h30 às 21h30
Dia 21 de maio, das 9h às 16h30
Valor: R$150,00
Informaçãoes e inscrições:
e-mail: epsicamp@uol.com.br
tel: (19) 3253-1945
Promoção: Seminário Fundamentos da Clínica do Psicanalista – Mauro Mendes Dias
Apoio: Escola de Psicanálise de Campinas
O Departamento de Acompanhamento Terapêutico do Instituto A Casa está está selecionando acompanhantes terapêuticos para compor sua equipe.
Os interessados devem enviar currículo resumido acompanhado de carta de intenção para o e-mail: selecaoat@acasa.com.br
Para maiores informações, entre no site www.acasa.com.br
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PRIMEIRO SEMESTRE 2011
O Instituto A Casa – pioneiro na clínica do Acompanhamento Terapêutico (AT) em São Paulo – com mais de 30 anos de experiência no tratamento de psicoses e de outras psicopatologias, oferece o Curso de Formação em AT.
O Curso tem na Psicanálise um importante referencial e também contempla outras teorias que dialogam com a clínica ampliada, preconizada pela Reforma Psiquiátrica.
Organizamos o Curso em palestras ministradas por acompanhantes terapêuticos, psicanalistas e outros profissionais da área da Saúde Mental, convidados para abordar temas pertinentes ao Acompanhamento Terapêutico. Além das palestras, o curso é composto por encontros com as coordenadoras do Curso, voltados à discussão clínica, esclarecimento de dúvidas e articulação da teoria com a práxis do AT, de modo a promover a participação ativa dos alunos.
Concebemos o Curso em quatro módulos temáticos: “Fundamentos do AT”, “Clínica do AT”, “AT com crianças e adolescentes” e “Interfaces do AT”.
No primeiro semestre de 2011 serão realizados os módulos: “Fundamentos do AT” e “AT com crianças e adolescentes”.
Os módulos são semestrais e independentes, permitindo aos alunos realizarem um ou mais módulos, como forma de complementar sua formação ou optarem pela Formação em Acompanhamento Terapêutico, que inclui a realização dos quatro módulos e entrega de trabalho de conclusão individual (orientado pelas coordenadoras do Curso), com opção de estágio supervisionado.
Público-alvo: profissionais e estudantes de Psicologia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Enfermagem, Medicina e Educação. Técnicos dos serviços de Saúde Mental, como caps, hospitais-dia, centros de convivência, moradias assistidas, oficinas terapêuticas, emergências psiquiátricas e ambulatórios.
Valor por módulo: R$ 800 ( parcelado em 4 cheques de R$ 200).
Informações e inscrições para o módulo “Fundamentos do AT” com Karina (karina@acasa.com.br) e para o módulo “AT com crianças e adolescentes” com Vilma (vilma@acasa.com.br).
As inscrições devem ser realizadas até dia 14 de março, nos seguintes horários: segundas às quintas, das 12h30 às 13h30 e das 16h às 17h e sextas, das 14h30 às 17h.
Local: Instituto A Casa, rua Dr. João Maia, 118, Aclimação (próximo ao metrô Ana Rosa).
Telefone: (11) 5574-0677
VAGAS LIMITADAS
Módulo: Fundamentos do Acompanhamento Terapêutico
Coordenação: Clarissa Metzger
Horário: 4as-feiras, semanalmente, das 20h às 22h
Data: 16/03 a 22/06
16/03 – Apresentação Clarissa Metzger
23/03 – Sobre o histórico do AT Maurício Porto
30/03 – Ação interpretativa no AT Ricardo Gomides Santos
06/04 – Coordenação Clarissa Metzger
13/04 – Projeto terapêutico no AT Equipe de AT convidada
04/05 – Constituição do sujeito: neurose e psicose Clarissa Metzger
11/05 – Discussão de caso clínico Clarissa Metzger
18/05 – O que há de psicanalítico no AT? Maurício Hermann
25/05 – Ética e AT Marcelo Checchia
01/06 – Discussão de caso clínico Clarissa Metzger
08/06 – O conceito de crise e emergência no AT Fernando Cembranelli
15/06 – Noções em psicofarmacologia Cíntia de Camargo Dias
22/06 – Psicose, arte e AT Daniela Figueiredo Canguçu
29/06 – Avaliação e encerramento Clarissa Metzger
Módulo: Acompanhamento Terapêutico com crianças e adolescentes
Coordenação: Beatriz Almeida
Horário: sábados, quinzenalmente, das 14h às 18h
Data: 19/03 a 11/06
19/03
14h Procura-se Janaína: sobre o desejo do AT Deborah Sereno
16h Apresentação Beatriz Almeida
02/04
14h Psicose na infância Ana Laura Prates Pacheco
16h Ética e clínica no AT Kleber Barretto
16/04
14h Posição do sujeito e estrutura familiar Michele Faria
16h AT com crianças Shirley Batista
30/04
14h Autismo e Psicanálise Ana Paula Pires
16h Inclusão escolar Daniele Sanches
14/05
14h Discussão de texto Beatriz Almeida
16h AT e família Beatriz Almeida
28/05
14h AT com adolescentes Rodrigo Veinert
16h Discussão clínica Beatriz Almeida
11/06
14h Adolescência e crises Sandra Berta
16h Encerramento Beatriz Almeida
Estágio supervisionado do Curso de Formação em AT
Coordenação e supervisão: Beatriz Almeida e Clarissa Metzger
Dirigido a alunos do Curso de Formação em AT.
Duração: 1 ano.
Frequência: 2 horas de atendimento individual semanal + 2 horas de supervisão semanal em pequenos grupos.
Mensalidade: R$ 160,00 (12 cheques pré-datados).
Admissão: através de entrevista com uma das supervisoras: Beatriz Almeida ( acompanhamentoterapeutico@gmail.com ) e Clarissa Metzger ( clarissa2007@uol.com.br ).
Palestrantes convidados:
Ana Laura Prates Pacheco Psicóloga e Psicanalista. AME da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano (EPFCL) e membro do Fórum do Campo Lacaniano em São Paulo (FCL-SP). Atual Diretora da EPFCL-Brasil. Coordenadora da Rede de Pesquisa de Psicanálise e Infância do FCL-SP. Doutora em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Autora do livro: Feminilidade e Experiência Psicanalítica, Hacker Editores.
Ana Paula Pires Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Membro do FCL-SP.
Beatriz Helena Martins de Almeida Psicanalista e acompanhante terapêutica. Membro da EPFCL e do FCL-SP. Coordenadora da Rede de Pesquisa sobre as Psicoses do FCL-SP. Coordenadora, professora e supervisora clínica do Curso de Formação em Acompanhamento Terapêutico do Instituto A Casa. Coordenadora e supervisora clínica da Nós Equipe de Acompanhamento Terapêutico. Psicóloga clínica na New Soccer Gerenciamento de Futebol.
Cíntia de Camargo Dias Psiquiatra e psicoterapeuta. Mestre em Psiquiatria pela UNIFESP. Vice-coordenadora do Internato de Psiquiatria do 5º ano do Curso de Medicina da UNIFESP.
Clarissa Metzger Psicanalista. Mestre em Psicologia Social e doutoranda em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Membro do Laboratório Psicanálise e Sociedade do IP-USP, Coordenadora, professora e supervisora clínica do Curso de Formação em Acompanhamento Terapêutico do Instituto A Casa.
Daniela Figueiredo Cangaçu Terapeuta Ocupacional e coordenadora do Programa de Aprimoramento Multiprofissional em Saúde Mental do Centro de Atenção Psicossocial Professor Luiz da Rocha Cerqueira (CAPS Itapeva). Mestranda em Linguagem e Educação na FE-USP.
Daniele Sanches Psicóloga. Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Membro do FCL-SP. Colaboradora da Rede Clínica e de Pesquisa Sintoma e Corporeidade do FCL-SP.
Deborah Sereno Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Coordenadora do Balaio – Núcleo de Referência em Psicoses e Inclusão e de equipe clínica da Clínica Psicológica do Instituto Sedes Sapientiae. Docente da Faculdade de Psicologia da PUC-SP.
Equipe de AT convidada Bruna Pastore, Clarissa Nars, Letícia Borges, Sandra Garcia e Vinícius Costa.
Fernando Cembranelli Psiquiatra e psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Coordenador médico do Hospital-dia A CASA.
Kleber Duarte Barretto Acompanhante terapêutico e psicanalista. Doutor em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Supervisor e pesquisador da UNIP. Membro da AAT. autor do livro: Ética e Técnica no Acompanhamento Terapêutico – andanças com Dom Quixote e Sancho Pança, Unimarco editora.
Marcelo Checchia Membro do FCL-SP. Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Professor convidado do Instituto Langage – SP e do Núcleo de Estudos em Psicanálise e Educação em Poços de Caldas – MG.
Maurício Hermann Psicanalista. Doutor em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Autor do livro AT e psicose: um articulador do real, simbólico e imaginário, UMESP. Membro da EPFCL e do FCL-SP. Coordenador da Rede de Pesquisa sobre Neurose e do seminário Freud com Lacan do FCL-SP. Supervisor clínico de equipes de AT.
Maurício Porto Psicanalista e acompanhante terapêutico. Participante do Estágio Assistido em Acompanhamento Terapêutico. Professor do Curso de Psicopatologia da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Michele Faria Psicanalista. Doutora em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Participante do programa de Pós-Doutorado da Unicamp. Autora dos livros Constituição do sujeito e estrutura familiar, Cabral Editora e Livraria Universitária e Introdução à psicanálise de crianças: o lugar dos pais, Hacker Editores. Docente em cursos de pós-graduação.
Ricardo Gomides Santos Psicólogo clínico. Mestre e doutorando em Psicologia Social pelo IP-USP. Professor da UNINOVE.
Rodrigo Veinert Psicólogo, músico e acompanhante terapêutico, com aprimoramento multi-profissional em Saúde Mental pelo PIDA – Caps Itapeva.
Sandra Berta Psicanalista. Doutoranda em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Membro da EPFCL e do FCL-SP. Coordenadora da Rede de Pesquisa sobre as Psicoses do FCL–SP. Membro do Laboratório Psicanálise e Sociedade do IP-USP.
Shirley Batista Educadora. Acompanhante terapêutica formada pelo Instituto A Casa. Terapeuta do Hospital-dia A Casa. Membro da Nós Equipe de Acompanhamento Terapêutico.
Instituto A Casa
Direção: Beatriz Aguirre, Regina Von Atzingen e Sônia Ferrari
Direção do Departamento de Formação: Beatriz Aguirre
Coordenação do Curso de Formação em Acompanhamento Terapêutico: Beatriz Almeida e Clarissa Metzger
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EJES TEMATICOS MAR DEL PLATA 2010
1.- Prácticas del AT en el Sistema Público de Salud.
2.- Formación del AT en la época actual.
3.- Ética y técnica del AT.
4.- Especializaciones en el campo del AT
5.- Psicopatología y AT.
6.- Dispositivos de AT: Resignificando la práctica.
7.- Aspectos legales o legalidad jurídica del AT
8.- Nuevas Demandas de AT.
9.- Supervisión de la práctica del AT.
10.- Familia y AT.
11.- AT y pacientes judicializados.
12.- Experiencias en Hospitales de Día.
13.- Experiencias en Internación.
14.- La salud mental por fuera de los servicios de salud mental.
15.- Interdisciplina y AT.
16.- Arte, AT y Salud Mental.
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| 10-09-2010 | ||||
| Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e OMS | ||||
| Data, comemorada a 10 de Setembro, promove o compromisso mundial e medidas para evitar o suicídio. | ||||
O suicídio é a principal causa evitável de mortes prematuras. A efeméride promove o compromisso mundial e medidas para prevenir o suicídio. De acordo com a OMS, em média, quase três mil pessoas cometem suicídio diariamente. Estima-se ainda que por cada morte por suicídio existam vinte ou mais tentativas de suicídio. Todavia, ambas as situações têm sérias consequências emocionais para as pessoas mais próximas, família e amigos. O impacto emocional causado pela perda devida ao suicídio pode durar muitos anos, em termos individuais, e pode ter, nas famílias, consequências que se estendem por várias gerações. Para mais informações: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/eventos/ |
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Filed under: músicas | Tags: Acompanhamento Terapêutico, Harmonia Enlouquece, música
Clipe do “Harmonia Enlouquece”, grupo musical formado por pacientes e profissionais do Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro. Pelas últimas notícias que tive… o grupo não estaria funcionando mais, mas a música vale muito a pena. São todos ótimos…
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Com bastante felicidade recebemos o código de ética de nossos “hermanos”.
ASOCIACIÓN ACOMPAÑANTES TERAPÉUTICOS DE LA REPÚBLICA ARGENTINA (AATRA)
CODIGO DE ETICA [1]
INTRODUCCIÓN
El Código de Ética de la Asociación de Acompañantes Terapéuticos de la República Argentina (AATRA) tiene como propósito proveer tanto principios generales como normativas deontológicas orientadas a las situaciones con que pueden encontrarse los Acompañantes Terapéuticos en el ejercicio de su profesión, estableciendo así las reglas de conducta profesional que han de regir su práctica.
Consta de una Introducción, un Preámbulo, una Declaración de Principios y una sección de Disposiciones Deontológicas.
La Introducción expresa la intención y alcance de aplicación del Código de Ética.
El Preámbulo y la Declaración de Principios constituyen objetivos deseables que guían a los acompañantes hacia los más elevados ideales del Acompañamiento Terapéutico; expresan así el espíritu de este Código y si bien no son en sí mismos reglas obligatorias deben ser considerados prioritariamente ya que constituyen el fundamento mismo del actuar ético de los acompañantes terapéuticos.
Las Disposiciones Deontológicas establecen reglas de conducta profesional, las que expresan deberes que afectan a todos los acompañantes terapéuticos, considerando que descuidar estos deberes atenta contra los derechos de los receptores de los servicios profesionales.
En el proceso de toma de decisiones relativas a su conducta profesional, los acompañantes terapéuticos deben considerar este Código de Ética y el de la Organización en que se encuentran asociados, además de las leyes vigentes.
Si el Código de Ética establece un principio superior al exigido por la ley o a las que pudieran emanar de Instituciones en las que presta sus servicios, los acompañantes deben cumplir con el principio ético más elevado.
En caso de contradicción, aun parcial, entre dos bienes protegidos los acompañantes terapéuticos procederán siempre según el criterio ético de optar por el que ocupe el lugar más alto en la escala valorativa. Si una cuestión no puede ser resuelta por el presente Código, ni por el Código de Ética del Colegio o Asociación a que pertenecen, los acompañantes terapéuticos deberán considerar otras instancias de consulta específicamente idóneas y representativas.
Si bien este Código no sustituye a los Códigos de Ética de otras Organizaciones a las que pudieran estar ligados los asociados a AATRA, se entiende que es apropiado que en el caso de que un acompañante terapéutico sea sancionado por faltas éticas en la Organización a la que pertenece, la sanción sea comunicada, para que las mismas tomen conocimiento y actúen según los principios que emanan del presente código.
PREAMBULO
Los acompañantes terapéuticos nucleados en la Asociación de Acompañantes Terapéuticos de la República Argentina (AATRA) se comprometen a ejercer su profesión guiados por los principios y reglas de acción que contiene este Código de Ética.
Propician para el ser humano y para la sociedad en que están inmersos y participan, la vigencia plena de los Derechos Humanos, la defensa del sistema democrático, la búsqueda permanente de la libertad, la justicia social y la dignidad, como valores fundamentales que se traduzcan en un hombre y una sociedad protagonista, crítica y solidaria.
Entienden bienestar psíquico como uno de los Derechos Humanos fundamentales y trabajan según el ideal social de promoverla todos por igual, en el mayor nivel de calidad posible y con el sólo límite que la ética y la ciencia establecen.
Comprenden que es responsabilidad individual de cada acompañante aspirar a alcanzar él mismo y promover en sus colegas una actitud responsable, lúcida y comprometida frente al ser humano concreto y sus condiciones.
No consienten ni participan deliberadamente prácticas discriminatorias.
Propician la armonía entre colegas, pero concuerdan en que el sentimiento de solidaridad profesional no puede avalar o encubrir errores, faltas éticas, crímenes o contravenciones penales practicadas por otros en prestación de servicios profesionales.
DECLARACIÓN DE PRINCIPIOS
El Código de Ética de Asociación de Acompañantes Terapéuticos de la Republica Argentina (AATRA) hace suyos los siguientes Principios Generales, acordados por los países miembros y asociados del Mercosur en la ciudad de Santiago de Chile. 7 de noviembre de 1997:
A. Respeto por los derechos y la dignidad de las personas.
Los acompañantes terapéuticos se comprometen a hacer propios los principios establecidos por la Declaración Universal de los Derechos Humanos. Asimismo, guardarán el debido respeto a los derechos fundamentales, la dignidad y el valor de todas las personas, y no participarán en prácticas discriminatorias. Respetarán el derecho de los individuos a la privacidad, confidencialidad, autodeterminación y autonomía.
B. Competencia
Los acompañantes terapéuticos se comprometen a asumir niveles elevados de idoneidad en su trabajo. Asimismo, Reconocen las fronteras de sus competencias particulares y las limitaciones de su pericia. Proveerán solamente aquellos servicios y técnicas para las que están habilitados por su formación académica, capacitación o experiencia.
Tendrán en cuenta que las competencias que se requieren en la asistencia, enseñanza, y/o estudios de grupos humanos, varían con la diversidad de dichos grupos.
Los acompañantes terapéuticos se mantendrán actualizados en el conocimiento científico y profesional, relacionado con su ejercicio, reconociendo la necesidad de una educación continua. Asimismo, harán un uso apropiado de los recursos científicos profesionales técnicos y administrativos.
C. Compromiso profesional y científico
Los acompañantes terapéuticos se comprometen a promover el acompañamiento terapéutico en cuanto saber científico. En su trabajo, asumirán sus responsabilidades profesionales, a través de un constante desarrollo personal, científico, técnico y ético.
D. Integridad
Los acompañantes terapéuticos se comprometen a promover la integridad del quehacer científico, académico, y de práctica del acompañamiento terapéutico. Al informar acerca de sus antecedentes profesionales y curriculares, sus servicios, sus honorarios, investigaciones o docencia, no harán declaraciones falsas o engañosas. Se empeñarán en ser sumamente prudentes frente a nociones que degeneren en rotulaciones devaluadoras o discriminatorias.
Asimismo, se empeñarán en ser conscientes de sus sistemas de creencias, valores, necesidades y limitaciones y del efecto que estos tienen sobre su trabajo.
En su accionar científico profesional clarificarán a las partes acerca de los roles que están desempeñando y funcionarán según esos mismos roles.
E. Responsabilidad social
Los acompañantes terapéuticos se comprometen a asumir su responsabilidad profesional y científica hacia la comunidad y la sociedad en que trabajan y viven. Este compromiso es coherente con el ejercicio de sus potencialidades analíticas, creativas, educativas, críticas y transformadoras.
Los acompañantes terapéuticos ejercen su compromiso social a través del estudio de la realidad y promueven y/o facilitan el desarrollo de leyes y políticas sociales que apunten, desde su especificidad profesional, a crear condiciones que contribuyan al bienestar y desarrollo del individuo y de la comunidad.
NORMAS DEONTOLOGICAS
La mayoría de las reglas fueron redactadas en términos generales, de manera que puedan adecuarse a las distintas situaciones regionales y ser aplicadas a todos los acompañantes terapéuticos, independientemente del ámbito profesional en que desempeñen su labor, pudiendo la aplicación de una regla variar según el contexto. Las reglas que se establecen en el presente Código deben ser consideradas como directivas generales; en tanto que no son exhaustivas; no implican la negación de otras no expresadas que puedan resultar del ejercicio profesional consciente y digno. La ausencia de disposiciones expresas no debe interpretarse como admisión de prácticas y actos incompatibles con la vigencia de los principios enunciados; por el contrario, confrontados con tal situación, los acompañantes terapéuticos deben conducirse de manera coherente con el espíritu de este Código.
Art.1- Las disposiciones del presente Código de Ética serán de aplicación a todo asociado a la Asociación de Acompañantes Terapéuticos de la República Argentina (AATRA); ya sea que ejerzan su profesión de modo independiente o en relación de dependencia, en el ámbito público o en el privado, quienes deberán respetar éste código con sus normas de fondo y procedimientos mientras está vigente.
a) El conocimiento de éste código es obligatorio y por ninguna circunstancia se podrá alegar su desconocimiento.
b) Toda la legislación profesional es de orden público y por lo tanto de cumplimiento obligatorio. En consecuencia la conducta profesional del acompañante terapéutico queda sometida a las disposiciones del presente código.
DEBERES FUNDAMENTALES DEL ACOMPAÑANTE TERAPEUTICO:
Art.2- El acompañante terapéutico se guiará en su práctica profesional por los principios de responsabilidad, competencia, prescindiendo de cualquier tipo de discriminaciones.
Art.3- El acompañante terapéutico debe abstenerse de participar activa o pasivamente en cualquier acción o forma de tortura, tratos crueles, inhumanos o degradantes, y de todo tipo de apremio ilegal que atente contra los derechos humano reconocidos mundialmente, incitar a ellos encubrirlos o intentar cometerlos.
Art.4- El acompañante terapéutico deberá abstenerse de establecer relaciones terapéuticas con personas que tengan con él vínculos de autoridad, familiaridad o de estrecha intimidad, debiendo en todos los casos restringir su relación al área estrictamente profesional, salvo cuando la técnica a emplear no afecte ni sea afectada por este tipo de vínculos.
Art.5- En caso de tratar a menores de edad, el acompañante terapéutico deberá obtener el consentimiento de sus padres, tutores o representantes legales. Sólo actuará sin él cuando razones de urgencia así lo exijan, caso en el que se recomienda recabar la opinión a actuar conjuntamente con un profesional.
Art.6.- Ningún acompañante terapéutico prestará su nombre a personas no facultadas por autoridad competente para practicar la profesión, ni colaborar con acompañantes terapéuticos inhabilitados o no habilitados.
Art.7.- El acompañante terapéutico no podrá derivar en personas no habilitadas legalmente funciones específicas de la profesión.
Art.8.- Todo acto que se realice en forma apresurada y deficiente con el objeto de cumplir con la obligación administrativa o por motivos personales, constituye una conducta reñida con la ética.
DEBERES INHERENTES AL EJERCICIO PROFESIONAL
Art.9.- El acompañante terapéutico asistirá a pacientes, previa solicitud de un profesional o de un familiar; en este último caso estará obligado a consultar a quien trate al paciente, para orientar la tarea de acompañamiento y a supervisar la tarea con un director de tratamiento o coordinador de equipo de salud. Se abstendrá de intervenir en aquellos casos en los que no hubiere terapeuta, coordinador o profesional a cargo del tratamiento, en el entendimiento que el ejercicio profesional del acompañamiento terapéutico constituye una labor auxiliar y complementaria en los dispositivos asistenciales.
Art.10.-El acompañante terapéutico debe propender a que los pacientes gocen del principio de libertad de elección del acompañante terapéutico.
Art.11.- En su ejercicio profesional el acompañante terapéutico debe establecer y comunicar los objetivos, métodos y procedimientos que utiliza, así como sus honorarios y horarios de trabajo.
Art.12.- El acompañante terapéutico, al dejar su labor profesional, tiene la responsabilidad de concluir la tarea que realiza o, en si defecto, hacer la derivación pertinente, de modo que la misma pueda ser continuada satisfactoriamente por otro colega.
Art.13.- Es deber del acompañante terapéutico respetar la voluntad del consultante cuando sobreviene su negativa a proseguir bajo su atención. En dicho caso el acompañante puede realizar un documento en el cual informa los riesgos de discontinuar el acompañamiento que debe ser firmada por el paciente o la familia del mismo.
Atr.14.- Es responsabilidad inherente al ejercicio profesional del acompañante terapéutico:
a) La actualización periódica y permanente de sus conocimientos como garantía de responsabilidad e idoneidad que contribuya al prestigio de la práctica.
b) La supervisión del trabajo realizado con periodicidad.
c) La actualización permanente y periódica de sus conocimientos como garantía del servicio que se brinda.
Art.15.- Es inconveniente realizar publicaciones con referencias técnicas o procedimientos personales en medios de difusión no especializados si previamente no han sido sometidas a consideración en su ámbito específico.
Art.16.- Las declaraciones u opiniones del acompañante terapéutico debe formular en relación a su práctica con el fin de informar al público deberán plantearse siempre con rigor científico, sin perjuicio de adecuarse al nivel de comunicación que corresponda.
SECRETO PROFESIONAL:
Art.17.- Entiéndase por secreto profesional aquello que no es ético o licito revelar sin causa justa, referido a las relaciones clínicas o de consulta concernientes a pacientes, sus familias o instituciones.
Art. 18.- Cuando se trate de trabajo profesional en equipo, sobre todo los miembros del mismo pesa la obligación de guardar el secreto profesional.
Art. 19.- El deber de guardar secreto profesional subsiste aún después de concluida la relación con el consultante
Art. 20.- Los acompañantes terapéuticos no deben usar en provecho propio las confidencias recibidas en ejercicio de su profesión, salvo que tuvieran expreso consentimiento de los interesados.
Art.21.- Los acompañantes terapéuticos tienen una obligación primordial de respetar los derechos a la confidencialidad de aquellos con quienes trabajan o consultan.
Art. 22.- Los acompañantes terapéuticos deben minimizar intrusiones en la privacidad, sobre todo cuando se trabaje en el domicilio de los pacientes.
Art. 23- Límites de Secreto Profesional:
a) La información amparada por el secreto profesional sólo podrá ser transmitida para evitar un grave riesgo al que pueda estar expuesta persona atendida o terceros. En todo caso, sólo se podrá entregar a las personas calificadas la información que, a juicio del asociado actuante, aparezca como estrictamente necesaria para cumplir el referido objetivo.
b) Los informes escritos o verbales sobre personas, instituciones o grupos deberán excluir aquellos antecedentes entregados al amparo del secreto profesional, y se proporcionarán sólo en los casos necesarios, cuando, según estricto criterio del profesional interviniente, constituyan elementos ineludibles para confeccionar el informe.
c) La información que se da a padres y/o demás- por ejemplo a las instituciones que la hayan requerido- debe realizarse de manera que no condicione el futuro del consultante o pueda ser utilizada en su perjuicio.
d) Todo lo relativo al secreto profesional debe cumplirse igualmente en todos los ámbitos y en todo tipo de prestación.
e) El Comité de Ética, en forma directa y sumarísima, determinará en su caso si existe o no violación al resguardo del secreto profesional
DEBERES RESPECTO DE SUS COLEGAS Y DE AATRA
Art.24.- Las relaciones entre los acompañantes terapéuticos deben estar inspiradas en el respeto mutuo, la sana competencia, la solidaridad profesional y la cooperación.
Art.25.- El acompañante terapéutico debe ser solidario con sus colegas con independencia de las distintas escuelas, corrientes o métodos que utilicen, teniendo en cuenta que todos tienen como objetivo común el cuidado de la salud de la población y comparten la responsabilidad del constante progreso de la ciencia.
Art.26.- Es contrario a la ética difamar, calumniar o tratar de perjudicar a un colega por cualquier medio. Así como debe ser respetuoso del trabajo e ideología del equipo a cargo del paciente
Art.27.- Cuando un acompañante terapéutico recibe la responsabilidad de un trabajo que anteriormente fue atendido por un colega, éste deberá proporcionarle toda la información que se le solicite, sin perjuicio del cumplimiento de los deberes referidos al secreto profesional establecidos supra.
Art.28.- Las relaciones entre el acompañante terapéutico y su asociación deben basarse en los principios de respeto, responsabilidad y mutua lealtad.
Art.29.- El acompañante terapéutico debe contribuir al prestigio y progreso de la profesión colaborando con la Asociación en el desarrollo de su cometido. Debe asistir a las asambleas de la asociación y votar cuando sea el caso.
Art.30.- Los honorarios se establecerán convencionalmente sin que puedan ser inferiores a los aranceles profesionales mínimos sugeridos por AATRA.
Art. 31.- El Acompañante Terapéutico debe cumplir puntual y espontáneamente con el pago de cuotas y cargas sociales que AATRA requiera.
Art.32.- Los asociados deberán expresar las críticas que consideren pertinentes y promover la autocrítica como práctica de superación de los problemas internos que hacen a la práctica, no debiendo, por lo tanto, formular públicamente opiniones que menoscaben su prestigio.
Art.33.- En las publicaciones que sean producto de un trabajo compartido, deberán incluirse los nombres de todos los participantes y precisar su grado de responsabilidad y colaboración.
Art.34.- Es contrario a la ética exponer o publicar como si fueran propias, ideas que no sean de propia elaboración, o datos en cuya recolección no se haya intervenido, sin citar con toda claridad la fuente o el autor.
DERECHOS DEL ACOMPAÑANTE TERAPEUTICO
Art.35.- El acompañante terapéutico no deberá acatar instrucciones emanadas de sus empleadores cuando éstas lo obliguen a contravenir los principios o normas de la ética profesional. En caso de conflicto entre los procedimientos institucionales y los intereses de las personas a quienes va dirigido el servicio, el acompañante terapéutico debe optar por defender a estos últimos.
Art.36.- A menos que exista una limitación legal, reglamentaria o contractual, el acompañante terapéutico podrá utilizar para trabajos científicos los datos que recoja o elabore dentro de la institución en la que trabaja, resguardando la privacidad de la información.
SANCIONES DISCIPLINARIAS
Art. 37.- La violación de los deberes y obligaciones contenidos en éste Código de Ética, será sancionada disciplinariamente, por el Comité de Ética de la Asociación de Acompañantes terapéuticos de la Republica Argentina
Art.38.- El acompañante terapéutico está obligado a colaborar en las investigaciones que el Comité de Ética disponga y a ser veraz en sus intervenciones. Debe brindar al Comité de Ética cuando se lo requiera informe oportuno o aclaratorio sobre su persona o actividad profesional.
Art.39.- Las sanciones disciplinarias serán graduales, desde las consideradas leves hasta las más graves; corresponde al Comité de Ética establecer, en su caso, la sanción disciplinaria a aplicarse.
Art.40.- Considerándose la máxima sanción disciplinaria la expulsión de la Asociación.
En la Ciudad de Buenos Aires, a los 21 días del mes de Agosto de 2010.
Elaborado por: Lic. María Laura Frank y Lic. Nilda Graciela Bustos
COMISION DIRECTIVA
PRESIDENTE: DRAGOTTO, Pablo Alberto
VICEPRESIDENTE: CHAYAN, Karina Gabriela
SECRETARIO: PEVERELLI, Maximiliano
PROSECRETARIO: FRANK, María Laura
TESORERO: RACCA, Gustavo Alejandro
PROTESORERO: SCHNEEROFF, Susana
VOCALES TITULARES:
GARCÍA, Sebastián Emilio
CIPOLLONE, Eva Beatriz
VOCALES SUPLENTES:
BUSTOS, Nilda Graciela
DEL BUENO, Magalí
ORGANO DE FISCALIZACIÓN:
TITULARES:
FERNÁNDEZ, Verónica Evangelina
ENTROCASSI, Berta
SUPLENTE:
GRAIÑO, Carlos Alberto
[1] Para la redacción se tuvieron como documentos base los Códigos de Ética de la Asociación de Acompañantes Terapéuticos de Bahía Blanca (Pcia de Buenos Aires) y Federación de Psicólogos de la República Argentina (Fe.P.R.A.) Aprobado por la Asamblea del 10/4/1999
O Instituto A Casa – pioneiro na clínica do Acompanhamento Terapêutico (AT) em São Paulo – com mais de 30 anos de experiência no tratamento das psicoses e de outras psicopatologias, oferece o Curso de Formação em AT.
O Curso tem na Psicanálise um importante referencial e também contempla as outras teorias que dialogam com a clínica preconizada pela Reforma Psiquiátrica. Organizamos o Curso em palestras ministradas por acompanhantes terapêuticos, psicanalistas e outros profissionais da área da Saúde Mental, convidados para abordar temas pertinentes ao Acompanhamento Terapêutico. Além das palestras, o curso é composto por encontros com as coordenadoras do Curso, voltados a discussões clínicas, esclarecimentos de dúvidas e articulações da teoria com a práxis do AT, de modo a promover a participação ativa dos alunos.
Embora o Curso se destine principalmente à formação e aprimoramento de acompanhantes terapêuticos, também se apresenta como formação complementar para outros profissionais da área de Saúde Mental, inseridos nos mais diversos dispositivos de tratamento: hospitais-dia, ambulatórios, centros de atenção psicossocial (CAPS), moradias assistidas, oficinas terapêuticas, centros de convivência e outros dispositivos que constituem a Clínica Ampliada proposta pela Reforma Psiquiátrica.
Concebemos o Curso em quatro módulos temáticos: “Fundamentos do AT”, “Clínica do AT”, “AT com Crianças e Adolescentes” e “Interfaces do AT”.
No segundo semestre de 2010 serão realizados os módulos: “Clínica do AT” e “Interfaces do AT”.
Os módulos são semestrais e independentes, permitindo aos alunos realizarem um ou mais módulos, como forma de complementar sua formação ou optarem pela Formação em Acompanhamento Terapêutico, que inclui a realização dos quatro módulos e entrega de trabalho de conclusão individual (orientado pelas coordenadoras do Curso), com opção de estágio supervisionado.
Módulo: A clínica do Acompanhamento Terapêutico
Coordenação: Beatriz Almeida
Horário: sábados, das 14h às 18h
Data: 28/08 a 27/11
Inscrições: até 25/08
28/08 14h Apresentação
Beatriz Almeida
16h Contrato e enquadre no AT
Nelson Carrozzo
11/09 14h AT com idosos
Luciana Rebello
16h Clínica do AT
Rafael Rocha Daud
25/09 14h Discussão de texto
Beatriz Almeida
16h Esquizofrenia
Beatriz Almeida
02/10 14h Paranóia
Luis Guilherme Coelho Mola
16h Discussão de caso clínico
Beatriz Almeida
23/10 14h Angústia na depressão e na síndrome do pânico
Welson Barbato
16h Transferência na Psicose
Mauro Mendes Dias
06/11 14h Adicções
José Waldemar Turna
16h Coordenação
Beatriz Almeida
27/11 14h Clínica na Instituição
Maria Lívia Tourinho Moretto
16h Encerramento
Beatriz Almeida
Módulo: Interfaces do Acompanhamento Terapêutico
Coordenação: Clarissa Metzger
Horário: quartas-feiras, semanalmente, das 20h às 22h
Data: de 18/08 a 17/11
Inscrições: até 16/08
18/08
Apresentação
Coordenação
25/08
Análise institucional
Isabel Marazina
01/09
Acompanhamento Terapêutico na rede pública
Débora Marinho
08/09
Coordenação
Clarissa Metzger
15/09
Sujeito, grupo e instituição
Nelson Carrozzo
22/09
Acompanhamento Terapêutico e família
Thais Garrafa
29/09
Psicanálise e instituições de saúde mental
Rogério Lerner
06/10
Discussão de caso clínico
Clarissa Metzger
13/10
Narcisismo e constituição do eu
Clarissa Metzger
20/10
Psicose estabilizada e laço social
Marcelo Amorim Checchia
27/10
Coordenação
Clarissa Metzger
03/11
Trabalho em rede e interdisciplinaridade
Sônia Ferrari
10/11
O AT nas organizações sociais
João Carlos G. da Franca
17/11
Encerramento
Clarissa Metzger
Valor por módulo: 4 cheques pré-datados no valor de R$ 200,00 cada um (total: R$ 800,00).
Público-alvo: estudantes de graduação e profissionais das áreas de Psicologia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Enfermagem, Medicina e Educação.
OS CURSOS SERÃO REALIZADOS NA RUA JOÃO MAIA, 118 – ACLIMAÇÃO (próximo ao metrô Ana Rosa).
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Com Karina, de 2a a 5a das 12h30 às 13h30/ das 16h30 às 17h30 e 6as-feiras das 15h às 17h30, através do tel.:5574.0677 ou do e-mail: karina@acasa.com.br
VAGAS LIMITADAS
Estágio supervisionado da Formação em AT
Duração: 1 ano
Supervisoras: Beatriz H.M. Almeida e Clarissa Metzger
Público-alvo: alunos do Curso de Formação em AT
Mensalidade: R$ 160,00 (12 cheques pré-datados)
Informações através do e-mail karina@acasa.com.br
Palestrantes convidados:
Beatriz Helena Martins de Almeida
Psicanalista, membro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano – SP (EPFCL-SP), coordenadora da rede de pesquisa sobre as psicoses da EPFCL–SP, coordenadora e supervisora clínica do Curso de AT do Instituto A CASA, coordenadora e supervisora clínica da NÓS Equipe de AT.
Clarissa Metzger
Psicanalista, mestre em Psicologia Social pelo IP/USP, coordenadora do Setor de Cursos do Depto. de AT do Instituto A CASA. Fez a formação Psicanálise: teoria e clínica, do Depto. Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae. Professora de disciplinas teóricas e supervisora clínica na área de Psicanálise na UNINOVE.
Débora Marinho
Psicóloga, AT da equipe de AT do Instituto A CASA, psicóloga do CAPS Itaim-Bibi, mestre pela Escola de Enfermagem da USP.
Isabel Marazina
Psicanalista, analista institucional e supervisora de diversos estabelecimentos de Saúde Mental da rede pública em São Paulo. Mestre em Psicologia Clinica pela PUC-SP e doutoranda da FSP/USP.
João Carlos G. da Franca
Coordenador da ONG Camará, conselheiro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Vicente.
José Waldemar Thiesen Turna
Psicanalista, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP, coordenador técnico da Casa de Saúde São João de Deus, membro do Laboratório de Psicopatologia Fundamental da PUC-SP, professor do Centro de Estudos Psicanalíticos.
Luciana Rebello
Psicóloga clínica, especialista em Psicologia Hospitalar, acompanhante terapêutica de idosos, membro do núcleo de AT e envelhecimento da ONG Ger-ações Pesquisas e Ações em Gerontologia, supervisora do Programa Acompanhante de Idosos da Secretária Municipal de Saúde – São Paulo.
Luis Guilherme Coelho Mola
Psicanalista, doutor em Psicologia pelo IP/USP, membro da EPFCL–SP, membro do Núcleo de Psicanálise e Sociedade da PUC/SP.
Maria Lívia Tourinho Moretto
Doutora em Psicologia Clínica pelo IP/USP, Psicologa Supervisora da Divisão de Psicologia do ICHC-FMUSP, Professora da Universidade Mackenzie e psicanalista membro do FCLSP.
Mauro Mendes Dias
Psicanalista, membro da Escola de Psicanálise de Campinas, coordenador do grupo de trabalho sobre as psicoses da EPC, supervisor clínico de trabalhos com psicóticos na rede de Saúde Mental da Prefeitura de Campinas, autor do livro: “Moda divina decadência – ensaio psicanalítico“, Hacker Editores, dos Cadernos do Seminário: “Neuroses e depressão” vols. I e II, do IPC – Hospital Irmãos Penteado e co-autor do livro:”Por causa do pior”, ed. Iluminuras.
Nelson Carrozzo
Psiquiatra, psicanalista, analista institucional.
Rafael Rocha Daud
Psicanalista e acompanhante terapêutico, membro da NÓS Equipe de Acompanhamento Terapêutico.
Rogério Lerner
Psicanalista, docente do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano do IP/USP, membro da Associação Lugar de Vida.
Sônia Ferrari
Terapeuta ocupacional com especialização em saúde mental, diretora do Instituto A CASA e do CETO – Centro de Especialidades em Terapia Ocupacional.
Thais Garrafa
Psicanalista, acompanhante terapêutica, membro da ATUA – Rede de Acompanhamento Terapêutico e integrante da equipe técnica do projeto “Ação família – São Miguel Paulista” da Fundação Tide Setúbal.
Welson Barbato
Psicanalista, coordenador de grupos de leitura formativos em Psicanálise, autor do texto “A Estética do Dizer no Sujeito Psicanalítico: reflexões sobre o filme O Carteiro e o Poeta de Michael Radford” publicado no livro “O Desejo em cena, cinema e pensamento psi”, editora Companhia Ilimitada.
DEPARTAMENTO DE ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO DO INSTITUTO “A CASA”
Serviços:
- Acompanhamento Terapêutico (AT).
- Palestras, Cursos e Jornadas sobre AT.
- Supervisão para profissionais ou grupos de AT.
- Assessoria para instituições ou profissionais que desejam implantar o serviço de AT.
Informações no site ou através do e-mail karina@acasa.com.br
Publicações:
- Equipe de AT’s de “A CASA” (org.). A Rua como Espaço Clínico: Acompanhamento Terapêutico. São Paulo, Editora Escuta, 1991.
- Equipe de AT’s de “A CASA” (org.). Crise e Cidade: Acompanhamento Terapêutico. São Paulo, Educ, 1997.
- Equipe de AT’s de “A CASA” (org.). Textos, Texturas e Tessituras no Acompanhamento Terapêutico. São Paulo, Coleção SaúdeLoucura, Editora Hucitec, 2006.
Coordenação do Curso de Acompanhamento Terapêutico
Beatriz Helena Martins de Almeida
Clarissa Metzger
Instituto A Casa
Rua Dr. João Maia, 118 – CEP 04109-130 – São Paulo/SP
Fone/fax: 11 5574-0677
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O Instituto A Casa – pioneiro na clínica do Acompanhamento Terapêutico (AT) em São Paulo, com mais de 30 anos de experiência no tratamento das psicoses e de outras psicopatologias – oferece o Curso de Formação em AT.
O Curso tem na Psicanálise um importante referencial e também contempla outras teorias que dialogam com a clínica ampliada, preconizada pela Reforma Psiquiátrica.
Organizamos o Curso em palestras ministradas por acompanhantes terapêuticos, psicanalistas e outros profissionais da área da Saúde Mental, convidados para abordar temas pertinentes ao Acompanhamento Terapêutico. Além das palestras, o curso é composto por encontros com as coordenadoras do Curso, voltados a discussão clínica, esclarecimento de dúvidas e articulação da teoria com a práxis do AT, de modo a promover a participação ativa dos alunos.
Concebemos o Curso em quatro módulos temáticos: “Fundamentos do AT”, “Clínica do AT”, “AT com crianças e adolescentes” e “Interfaces do AT”.
Os módulos são semestrais e independentes, permitindo aos alunos realizarem um ou mais módulos, como forma de complementar sua formação ou optarem pela Formação em Acompanhamento Terapêutico, que inclui a realização dos quatro módulos e entrega de trabalho de conclusão individual (orientado pelas coordenadoras do Curso), com opção de estágio supervisionado.
Nesse semestre serão realizados os módulos: “Fundamentos do AT” e “AT com crianças e adolescentes”.
Módulo: Fundamentos do Acompanhamento Terapêutico
Coordenação: Clarissa Metzger
Horário: sábados, quinzenalmente, das 14h às 18h
Data: 13/03 a 12/06
Inscrições: até 09/03
13/03
14h Apresentação
16h Uma clínica do AT Maurício Porto
27/03
14h O “fazer” no AT Julio Cesar Ramos
16h Coordenação
10/04
14h Constituição do sujeito: neurose e psicose Clarissa Metzger
16h O que há de psicanalítico no AT? Maurício Hermann
24/04
14h Discussão de caso clínico
16h Da história da loucura ao AT Adriana Barbosa
08/05
14h Ação interpretativa no AT Ricardo Gomides
16h Discussão de caso clínico
22/05
14h O conceito de crise e emergência no AT Fernando Cembranelli
16h Noções em psicofarmacologia Cíntia de Camargo Dias
12/06
14h Ética e Acompanhamento Terapêutico Ivan Ramos Estêvão
16h Coordenação
Módulo: AT com crianças e adolescentes
Coordenação: Beatriz Almeida
Horário: quartas-feiras, semanalmente, das 20h ás 22h
Data: 10/03 a 30/06
Inscrições: até 05/03
10/03 Procura-se Janaína: sobre o desejo do AT Deborah Sereno
17/03 Apresentação Beatriz Almeida
24/03 A psicose na infância Ana Laura Prates Pacheco
07/04 Coordenação Beatriz Almeida
14/04 Posição do sujeito e estrutura familiar Michele Faria
28/04 AT com crianças Kleber Barretto
05/05 Discussão de texto Beatriz Almeida
12/05 Autismo e Psicanálise Ana Paula Pires
19/05 AT com bebês Maria Eduarda Lyrio
26/05 Discussão clínica Beatriz Almeida
09/06 Crises psicóticas na adolescência Sandra Berta
16/06 AT com adolescentes Rodrigo Veinert
23/06 Inclusão escolar Shirley Batista
30/06 Coordenação Beatriz Almeida
Valor por módulo: Inscrição: R$ 160,00 + 3 cheques pré-datados no valor de R$ 200,00.
Público-alvo: profissionais e estudantes de Psicologia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Enfermagem, Medicina e Educação.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES COM KARINA
- segundas às quintas-feiras das 12h30 às 13h30 e das 16h às 17h
- sextas-feiras das 14h30 às 17h
Rua Dr. João Maia, 118 – Aclimação
Tel: (11) 5574-0677
OS MÓDULOS SERÃO REALIZADOS NA RUA DR. JOÃO MAIA, 118 – ACLIMAÇÃO (PRÓXIMO AO METRÔ ANA ROSA)
VAGAS LIMITADAS
Estágio supervisionado do Curso de Formação em AT
Coordenação e supervisão: Beatriz Almeida e Clarissa Metzger
Público-alvo: alunos do Curso de Formação em AT
Duração do estágio: de fevereiro a dezembro de 2010
Carga horária: aproximadamente 72 horas de atendimento e 72 horas de supervisão em pequenos grupos
Frequência: 2 horas de atendimento semanal e 2 horas de supervisão semanal
Admissão: através de entrevista com uma das supervisoras
- Beatriz Almeida: acompanhamentoterapeutico@gmail.com
- Clarissa Metzger: clametzger@superig.com.br
Valor da entrevista: R$ 50,00
Mensalidade: R$ 150,00 (11 cheques pré-datados de fevereiro a dezembro)
Palestrantes convidados:
Adriana Canepa Barbosa Psicóloga, acompanhante terapêutica da Equipe de ATs do Instituto A Casa, graduanda em Filosofia pela USP.
Ana Laura Prates Pacheco Psicanalista, doutora em Psicologia Clínica pelo IPUSP, AME da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano, coordenadora da rede de pesquisa em Psicanálise e Infância do FCL-SP, autora do livro: Feminilidade e Experiência Psicanalítica, Hacker Editores.
Ana Paula Pires Psicanalista, mestre em Psicologia Clínica pelo IPUSP, membro do Fórum do Campo Lacaniano – SP.
Beatriz Almeida Psicanalista, membro da EPFCL – Fórum SP, coordenadora da rede de pesquisa sobre as psicoses do FCL–SP, coordenadora e supervisora do Setor de Cursos do Departamento de AT do Instituto A Casa, coordenadora da equipe nós. acompanhamento terapêutico.
Cíntia de Camargo Dias Psiquiatra, psicoterapeuta, mestre em Psiquiatria pela UNIFESP, coordenadora da disciplina de Psicologia Médica II do curso de Medicina da UNIFESP.
Clarissa Metzger Psicanalista com formação pelo Instituto Sedes Sapientiae, especialista em Psicologia da Saúde pela UNIFESP, mestre em Psicologia Social e doutoranda em Psicologia Clínica pelo IPUSP, professora de Psicanálise da UNINOVE, coordenadora e supervisora clínica do Setor de Cursos do Departamento de AT do Instituto A Casa.
Deborah Sereno Psicanalista, mestre em Psicologia Clínica pelo IPUSP, coordenadora do Balaio – Núcleo de Referência em Psicoses e Inclusão da Clínica Psicológica do Instituto Sedes Sapientiae, docente da Faculdade de Psicologia da PUC-SP.
Fernando Cembranelli Psiquiatra e psicanalista, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP, coordenador médico do Hospital-dia A CASA.
Ivan Ramos Estêvão Psicanalista, doutor em Psicologia Clínica pelo IPUSP, professor e supervisor clínico da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Júlio César Ramos Psicólogo, psicoterapeuta do Hospital-dia A Casa.
Kleber Barretto Acompanhante terapêutico, psicanalista, doutor em Psicologia Clínica pela PUC-SP, supervisor e pesquisador da UNIP, membro da AAT, autor do livro: Ética e Técnica no Acompanhamento Terapêutico – andanças com Dom Quixote e Sancho Pança, Unimarco editora.
Maria Eduarda Hasselmann Lyrio Psicanalista, acompanhante terapêutica formada pelo Instituto A Casa, mestranda em Psicologia Social pela PUC-SP, membro da equipe nós. acompanhamento terapêutico.
Maurício Castejón Hermann Psicanalista, doutor em Psicologia Clínica pelo IPUSP, membro da EPFCL – Fórum SP, coordenador da rede de pesquisa sobre neurose do FCL-SP, coordenador do curso de formação em AT e supervisor clínico da UMESP.
Maurício Porto Psicanalista, acompanhante terapêutico, participante do Estágio Assistido em AT, professor do Curso de Psicopatologia da Faculdade de Saúde Pública – USP.
Michele Faria Psicanalista, doutora em Psicologia Clínica pelo IPUSP, doutoranda pelo IEL Unicamp, autora dos livros: Introdução à Psicanálise com Crianças, Hacker Editores e Constituição do Sujeito e Estrutura Familiar – O Complexo de Édipo de Freud a Lacan, Cabral Editora.
Ricardo Gomides Santos Psicólogo clínico, mestre em Psicologia Social pelo IPUSP, acompanhante terapêutico do Instituto A Casa.
Rodrigo Veinert Psicólogo, acompanhante terapêutico do Instituto A Casa, com aprimoramento multi-profissional em Saúde Mental pelo PIDA – Caps Itapeva, coordenador do Serviço de Residência Terapêutica Butantã II da SMS-SP.
Sandra Berta Psicanalista, doutoranda em Psicologia Clínica pelo IPUSP, diretora do Fórum do Campo Lacaniano – SP, coordenadora da rede de pesquisa sobre as psicoses do FCL-SP, membro do Laboratório Psicanálise e Sociedade do IPUSP.
DEPARTAMENTO DE AT DO INSTITUTO A CASA
Diretor do Departamento: Nelson Carrozzo
Coordenação do Setor de Cursos: Beatriz Almeida e Clarissa Metzger
Acompanhantes terapêuticos: Adriana Barbosa, Débora Marinho, Hailton Yagiu, Ricardo Gomides Santos e Rodrigo Veinert.
Rua Dr. João Maia, 118
04109-130 São Paulo/SP
acasa@acasa.com.br
“Campo, espaço, território, lugar: topologias do AT”
Dias 16 e 17 de outubro
UNIP – Campos Paraíso
Rua Vergueiro, 1211
São Paulo SP
Informações e inscrições:
http://www.livrariaresposta.com.br/v2/pagina.php?tipo=1&id=40
