Debate Aberto sobre a Nova Versão do DSM
Local: Instituto de Psicologia da USP
24 de Novembro de 2011Sala 21 - 10:30
Aberto, Público e Gratuito
Conferencistas: Antonio Teixeira (UFMG), Wilson Castelo Chaves (UFSJ), Karen Alves (Latesfip-IPUSP) e Cristiane Carrijo (Unesp-Bauru)
Coordenação: Fuad Kyrillos Neto (UFTM) e Christian Ingo Lenz Dunker (IPUSP-Latesfip)
Este programa interinstitucional de atividades acadêmicas se insere em um movimento internacional (http://stopdsm.blogspot.com/) de manifestações críticas em relação à metodologia e estrutura de construção do Manual de Diagnóstico Estatístico de Transtornos Mentais DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders).
Organização: Núcleo de Pesquisa e Extensão em Psicanálise da Universidade Federal de São João del Rey, PSILACS – Grupo de Pesquisa “Psicanálise e Laço Social no Contemporâneo”, CNPq/UFMG Laboratório de Psicopatologia e Psicanálise da Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Departamento de Psicologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp -Bauru), Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, Laboratório de Interunidades de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da USP (LATESFIP-USP)
Christian Ingo Lenz Dunker: Psicanalista. Professor Livre Docente do Instituto de Psicologia da USP.
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MANIFESTO POR UMA PSICOPATOLOGIA CLÍNICA NÃO ESTATÍSTICA
Através do presente texto, os profissionais e organizações signatárias, pronuciam-se a favor de criterios clínicos de diagnostico e assim, contra aquilo que é imposto no Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, ou DSM IV, pela American Psychiatric Association como grelha única de critério para a clínica da sintomatologia psíquica. Desejamos partilhar, debater e criar consensos em torno do logos clínico que diga respeito à pathos psíquica – sintomatologia do sofrimento, e não doença – a fim de questionar a noção de saúde psíquica estatística ou normativa, assim como as imposturas clínicas e intelectuais em que consistem as noções de distúrbio perturbação e doença mental. Queremos também denunciar a imposição de um tratamento único – terapias tipificadas para perturbações formatadas – desprezando diferentes quadros teóricos e estratégias terapêuticas assim como a liberdade de escolha do paciente. No momento atual assistimos a uma prática clínica cada vez menos dialogante, mais indiferente às manifestações de sofrimento psíquico e agarrada a protocolos e tratamentos paliativos das consequências e não das causas. Como diz G. Berrios (2010) «Enfrentamos uma situação paradoxal em que se pede aos clínicos que aceitem uma mudança radical na forma como desenvolvem o seu trabalho (pondo de lado o saber acumulado pela sua própria experiência a favor dos ditames de dados estatísticos impessoais), quando na realidade as certezas clínicas de hoje são dadas por dados estatísticos de teóricos, gestores, de empresas (como o Cochrane Institute) e por investidores que, financiando apenas o que dá lucro, determinam que investigações se realizam ou não. Em consequência, defendemos um modelo de saúde em que a palavra seja um valor a promover e em que cada paciente seja considerado na sua singularidade. A defesa da dimensão subjectiva implica a valorização do que cada um põe em jogo para tratar o que nele mesmo se revela insuportável, estranho a si mesmo ainda que ao mesmo tempo familiar. Manifestamos a nossa repulsa por políticas assistencialistas que visem a segurança em detrimento dos direitos e liberdades. Por políticas que, “para o bem do paciente” e sob o pretexto de boas intenções, o reduzem a um cálculo do seu rendimento, a um factor de risco ou a um índice de vulnerabilidade que debe ser eliminado; por vezes praticamente à força. Em qualquer disciplina se usa uma teoria na abordagem do seu objecto. Este saber, limitado, não deberá confundir-se com A Verdade na medida em que actuaria como ideologia ou religião, onde qualquer pensamento acontecimento, ou até a linguagem utilizada, estariam ao serviço de forçar o re-ligare entre saber e verdade. O clínico com um certo espírito científico sabe que a sua teoria é aquilo a que Aristóteles chamaria um organin, isto é, uma ferramenta para abordar uma realidade sempre mais plural e mutável, e onde as categorias propostas deixam espaço à manifestação dessa diversidade, permitindo por essa via a expansão teórica e prática. Esta concepção opõe-se à ideia de um cânon, no sentido daquilo que necessária e obrigatoriamente, pela prescrição, as coisas são, e do modo como terão que funcionar. Todos sabemos as consequências desta posição que, começando no orientacional, passa pelo normativo, o prescritivo, para finalmente converter-se no coercivo. É aqui que o saber se transforma num exercício de poder sancionador, num sentido lato do que obedece ou desobedece ao cânon em ordenação da subjetividade à Ordem Social reclamada pelos mercados. Tudo para o paciente sem o paciente. Um saber sem sujeito é desde logo um poder sobre o sujeito. J. Peteiro chamou-lhe Autoritarismo Científico. Por tudo isto manifestamos a nossa oposição à existência de um Código de Diagnóstico Único Obrigatório e Universal. Por outro lado, o modelo ateórico de que o DSM faz gala, e que quer confundir com objectividade, evidencia antes de mais a sua falha epistemológica. Basta recordar a sua indefinição sobre o que pode entender-se por distúrbio ou por saúde psíquica. Os conteúdos da taxonomia psiquiátrica respondem muito mais a acordos políticos que a observações clínicas, o que constituiria um problema epistemológico gravíssimo. Quanto ao método classificativo do DSM, verificamos que se pode classificar, agrupar ou amontoar muitas coisas sem que com isso se estabeleça uma entidade nosológica num campo específico. Por último e na mesma linha, a estatística utilizada no DSM assenta numa base débil, a ambiguidade do objecto sobre a qual opera, isto é, o conceito de perturbação mental. A estatística apresenta-se como uma técnica, uma ferramenta que pode ser posta ao serviço de múltiplas causas, e de todo o tipo. E são pessoas quem utilizam os índices e os valores de base da curva estatística e que decidem o tamanho da moldura do quadro onde se vai quantificar e interpretar posteriormente. Neste conceito de confusão e empobrecimento conceituais a próxima publicação do DSM-V pressupõe uma clara ameaça: ninguém ficará de fora daquilo de que se ocupa, do que faz um doente. Não restará espaço para a saúde, enquanto mudança, mobilidade, complexidade ou multiplicidade de formas. Todos doentes, todos perturbados. Qualquer manifestação de mal-estar será rapidamente transformada em sintoma de uma perturbação que necessitará ser medicalizada para toda a vida. É este o grande salto realizado sem qualquer rede pistemológica: da prevenção à predição. Quadros de diagnóstico mais abrangentes para as perturbações existentes ou novos diagnósticos que poderão ser absolutamente correntes na população geral. Disto nos adverte Allen Frances chefe do grupo de trabalho para o DSM-IV na sua obra Opening Pandora’s Box: The 19 Worst Suggestions For DSM V. Referindo-se às novas perturbações incluídas no DSM-V, este autor cita alguns dos novos diagnósticos problemáticos: a síndrome de risco de psicose é ” certamente a mais preocupante das sugestões; a taxa de falsos positivos será alarmante: 70% a 75%». A perturbação mista de ansiedade depressiva. O distúrbio cognitivo menor, “está definido por sintomas sem especificidade (…) o critério de diagnóstico foi fixado de modo a abranger enormes 13,5% da população»). A compulsão alimentar; a perturbação disfuncional de caracter com disforia, a parafilia coerciva, a hipersexualização etc. Aumenta portanto o número de perturbações assim como o campo semântico de muitas delas. É o caso da famosa perturbação de hiperactividade com déficit de atenção, já que se permite o diagnóstico baseado apenas na presença de sintomas, sem que haja incapacidade; além disso o número de sintomas requerido para o diagnóstico de adultos foi reduzido para metade. O diagnóstico de PHDA também contempla os casos de autismo, o que implicaria a criação de duas falsas epidemias e promoveria o aumento do consumo de estimulantes numa população especialmente vulnerável. Se ao tratamento estatístico juntarmos a heterogeneidade temática dos grupos de trabalho, que se multiplicam e vão da identidade de género à adaptação dos impulsos, passando pela hipersexualidade, as alterações de humor, etc. é forçoso verificarmos que estas classificações internacionais querem-se totalmente desligadas de qualquer referencial teórico de modo a escusaram-se ao controle no plano do rigor espistemológico. Não obstante, não consideramos que as classificações e tratamentos possam ser neutros em relação às teorias etiológicas e ao mesmo tempo ser neutrais a respeito da ideologia do controle social e de interesses que não são os clínicos. Paul Feyerabend, em Science The Myth and its Role in Society (1975) diz-nos: «Basicamente não existe diferença entre o processo que conduz ao enunciado de uma nova lei científica e o processo que precede a uma nova lei na sociedade». Parece que, prossegue este autor em Farawell to Reason, «O mundo em que vivemos é demasiado complexo para ser compreendido por teorias que obedecem a princípios (gerais) epistemológicos. Os cientistas e os políticos – ou qualquer um que tente compreender e/ou influir no mundo –, tendo em conta esta situação, violam regras universais, abusam dos conceitos elaborados, distorcem o conhecimento já obtido e boicotam constantemente as tentativas de impor uma ciência no sentido dos nossos epistemólogos. Para terminar queremos chamar a atenção para o perigo que constitui para a clínica da sintomatología psíquica, o facto dos
novos clínicos estarem formatados, deliberadamente, na ignorância da psicopatología clássica, pois esta responde à dialética entre teoria e clínica, entre saber e realidade. A psicopatologia clínica que já não é ensinada nas nossas universidades nem nos nossos programas de formação (…). Não obstante, a instrução é feita no modelo da rescrição psicofarmacológica: universalização da prescrição para todos e para tudo, que em nada se diferencia de um distribuidor automático de rótulos e de medicação. O que denunciamos é o desconhecimento dos fundamentos da psicopatologia, um obscurecimento importante na hora de conhecer o paciente e, em consequência, uma mais que considerável limitação na hora de diagnosticar. Na medida em que o conhecimento é a forma mais ética que temos de abordar uma realidade plural, a coexistência de diferentes saberes sobre a complexidade do ser humano, não é um problema. Por tudo isto, propomos levar a cabo acções com o objectivo de pôr um limite a todo este processo crescente de classificação internacional, e de trabalhar com processos de classificação que tenham uma base sólida em psicopatologia e que, portanto, advenham exclusivamente da prática clínica.
Barcelona 14 de Abril de 2011
stopdsm@gmail.com
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O congresso Internacional sobre o Autismo é um evento interdisciplinar que pretende discutir alternativas de prevenção,
intervenção e pesquisa sobre o Autismo, um quadro clínico cujo comprometimento psíquico acarreta graves dificuldades
em diferentes áreas do desenvolvimento, tais como a comunicação, a socialização, a aprendizagem, atenção e percepção,
entre outros.
Se por um lado, muito se avançou na descrição e diagnóstico deste quadro clínico, favorecendo uma conscientização por
parte da sociedade sobre esse problema – verificado, por exemplo, no trabalho de inclusão de crianças autistas em escolas
regulares -, por outro lado, há ainda muito a se pesquisar no que concerne tanto à detecção precoce quanto à etiologia deste quadro.
De todo modo, as evidências clínicas já indicam a importância do início do tratamento no prognóstico do quadro. Assim, uma detecção precoce, seguida de uma intervenção a tempo é determinante para a diminuição dos danos no desenvolvimento psíquico, ampliando as possibilidades de subjetivação e aprendizagem.
Assim, este evento buscará reunir profissionais de diferentes áreas que, em conjunto, possam fazer avançar tanto o conhecimento científico quanto as políticas públicas de intervenção clínico-educacionais e inclusivas para as crianças autistas.
INFORMAÇÕES GERAIS

LOCAL:
EXPO UNIMED CURITIBA
ANEXO À UNIVERSIDADE POSITIVO
RUA PROF. PEDRO VIRIATO PARIGOT DE SOUZA, 5300 – CAMPO COMPRIDO
CURITIBA – PR
PERÍODO DE REALIZAÇÃO:
24 A 27 DE AGOSTO DE 2011
PÚBLICO ALVO:
PROFISSIONAIS E ESTUDANTES DA ÁREA DA SAÚDE, HUMANAS, EDUCAÇÃO E
GESTÃO DE POLÍTICA PÚBLICAS.
DATA LIMITE PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS:
15 DE MAIO DE 2011.
COORDENAÇÃO:
LEDA MARIZA FISCHER BERNARDINO
PROFESSORA TITULAR DA PUCPR, PÓS DOUTORA EM TRATAMENTO E PREVENÇÃO
PSICOLÓGICA PELA UNIVERSITÊ DENIS-DIDEROT – PARIS 7.
ROSA MARIA MARINI MARIOTTO
PROFESSORA DA PUCPR, DOUTORA EM PSICOLOGIA ESCOLAR E
DESENVOLVIMENTO HUMANO PELA USP.
COMISSÃO EXECUTIVA:
DENISE PLISKIEVISKI BUENO
PSICANALISTA, MEMBRO ASSOCIAÇÃO PSICANALÍTICA DE CURITBA.
ROSÂNGELA NASCIMENTO VERNIZI
PSICANALISTA, MEMBRO ASSOCIAÇÃO PSICANALÍTICA DE CURITIBA.
COMISSÃO CIENTÍFICA
LEDA MARIZA FISCHER BERNARDINO
(Psicanalista, membro da APC, doutora em Psicologia do Desenvolvimento, professora da PUCPR)
(Psicanalista, Membro da APC, Professora da Universidade Tuiuti do Paraná, doutora em Psicologia Clínica)
(Psicanalista, Doutor em Psicologia do Desenvolvimento, membro da APPOA/ Centro Lydia Coriat de Porto Alegre/
FEPI da Argentina)
(Psicanalista, doutora em Psicologia do Desenvolvimento, professora titular do Instituto de Psicologia da USP)
(Psicanalista, doutora em Psicologia Clínica, professora e vice-diretora da Faculdade de Psicologia da UFMG)
(Psicanalista, ABENEPI-RJ)
(Psicanalista, doutora em Psicologia clínica, membro da Association Lacanienne Internationale)
PAULINA ROCHA
(Lingüista, psicanalista, membro do Círculo Psicanalítico de Recife e diretora do Centro de Pesquisas
em Psicanálise e Linguagem de Pernambuco)
CONFERENCISTAS INTERNACIONAIS CONFIRMADOS:
Professor de Neuropsiquiatria Infantil da Fondatione Stella Maris, diretor da Unidade de Psiquiatria do Departamento de Neurociências da Idade Evolutiva da Faculdade de Medicina de Pisa (Itália).
Chefe de Departamento de Psiquiatria Infantil do Hospital Pitié Salpétrière Autor, juntamente com Daniel Marcelli, do livro “Infância e Psicopatologia” (Publicado no Brasil pela Editora Artmed) Paris (França).
Psicólogo clínico, do Departamento de Psicologia Clínica do Hospital for Sick Children de Edimburgo, Escócia. Expert em diagnóstico precoce e tratamento do autismo. Autor, juntamente com Colwyn Trevarthen, do livro “Children with Autism” ((J.Kingstey Publishers, 1998) e do livro “Dietary Interventions in Autism Spectrum Disorders”.
Analista membro da Association Lacanienne Internationale
Idealizadora da pesquisa PréAut – prevenção do Autismo Doutora em Psicologia Clínica pela Université Paris XIII, na qual é professora convidada. Psicanalista no Centre Alfred Binet. Autora dos livros “O que a psicanálise pode ensinar sobre o autismo” (Ed. Ágalma, 1991), “Rumo à palavra - três crianças autistas em psicanálise” (Ed. Escuta, 1997) e “A voz da sereia – o autismo e os impassses na constituição do sujeito” (Ed. Ágalma, 2004).
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São Paulo, 20 e 21 de maio de 2011
A folie à deux é uma experiência delirante entre dois sujeitos que interroga a possibilidade da separação no campo da paranóia, ao mesmo tempo em que reúne elementos para situar as dificuldades que são encontradas na relação mãe-filha. O tema será abordado por oito psicanalistas e debatedores que discutirão com o público presente.
Conferencistas: Claudia Thereza Guimarães de Lemos, Flávia Trocoli, Mariângela Máximo Dias, Maria Teresa Guimarães de Lemos, Marta Togni Ferreira, Mauro Mendes Dias, Monica Rogulski Fiorillo (enfermeira), Osvaldo de Vitto, Sandra Berta.
Debatedores: Ana Lucia Panachão, Claudia, Klouri, Cristina Helena Guimarães, Lúcia Arantes, Luciana Lorens Braga, Maria Francisca Lier de Vitto, Renata Caiaffa.
Local: Centro Clínico Pinheiros – Rua João Moura, 647 Pinheiros São Paulo SP
Horários:
Dia 20 de maio, das 18h30 às 21h30
Dia 21 de maio, das 9h às 16h30
Valor: R$150,00
Informaçãoes e inscrições:
e-mail: epsicamp@uol.com.br
tel: (19) 3253-1945
Promoção: Seminário Fundamentos da Clínica do Psicanalista – Mauro Mendes Dias
Apoio: Escola de Psicanálise de Campinas
Encounters through Generations is a series of filmed events organised at the Institute of Psychoanalysis between old and new generations of psychoanalysts and candidates in training. This video is an edit of a longer DVD documentary which we hope will be available after Summer 2010.
Segue o Link, com o vídeo em Inglês.
http://www.psychoanalysis.org.uk/audiovisualgenerations.htm
Coordenação: Beatriz Helena Martins de Almeida e Sandra Leticia Berta.
Em 2011, nossas atividades funcionarão em 2 eixos que se articulam: teórico e clínico.
Teórico:
- estudo do Seminário A Angústia (1962-1963) de Jacques Lacan, do texto Inibição, Sintoma e Angústia (1926) de Sigmund Freud e de textos de psicanalistas contemporâneos, visando deduzir o particular das psicoses em sua relação com os conceitos de falo e de objeto.
Clínico:
- apresentação de pacientes: a partir desse dispositivo, fundamentado
na ética da psicanálise, visamos debater sobre o diagnóstico e suas consequências na direção do tratamento.
- discussão clínica: dedicaremos alguns encontros à discussão
de casos clínicos.
Local: Sede FCL-SP Rua Lisboa, 1163 Pinheiros – São Paulo – SP
Data de início: 28/02
Horário: segundas-feiras, quinzenalmente, das 10h30 às 12h
Taxa: R$ 70,00 mensais
Informações na secretaria do FCL-SP: (11) 3063-3703 e 3057-1743
epcl_fclsp@campolacanianosp.com.br
http://www.campolacanianosp.com.br
Jacques Lacan estabeleceu como um dos pilares cruciais de seu ensino, a defesa da práxis analítica balizada por cálculos e etapas clínicas fundamentadas formalmente pelo psicanalista. É o que denominou por “direção do tratamento”. Para isso, visitou diversos campos do conhecimento, prioritariamente a lingüística, a filosofia, a lógica e a matemática. O curso objetiva introduzir as categorias e os operadores essenciais dessa direção, contextualizando o estilo lacaniano em contraposição aos padrões de mestria e ao pensamento filosófico e analítico clássicos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
MÓDULO I
A Lógica Clássica, a Metafísica e a Episteme
A psicanálise e sua inserção no discurso da ciência.
A lógica clássica aristotélica e o ordenamento do mundo.
Metafísica, dialética e retórica.
Derivação da lógica clássica em Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino.
René Descartes e a formalização do discurso da ciência.
O iluminismo: universalização do saber.
MÓDULO II
Referentes da Lógica Clássica e da Lógica Lacaniana
O que são categorias?
As categorias aristotélicas.
A lógica da oposição no discurso usual.
O “estranho” legado aristotélico em Lacan.
O avesso da psicanálise. O mestre e o escravo.
Deslizamento formal lacaniano: do significante ao vazio de significação.
O campo do gozo.
A realidade e o real.
MÓDULO III
Lógica e Linguagem. O Estatuto do Discurso Corrente
Pragmática, semântica e sintaxe.
Significado e referência.
O problema do saber e da verdade. Freud e a verdade.
O inconsciente e a “ruptura” com a verdade hermenêutica.
Leis lógicas fundamentais:
• Princípio da identidade.
• Princípio da não contradição.
• Princípio do terceiro excluído.
Conceito, juízo e termo.
Quantidade e qualidade das proposições.
O quadrado lógico.
MÓDULO IV
A Direção Clínica em Lacan: as Categorias
O estatuto do inconsciente.
Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise.
As categorias lacanianas. O nó borromeano e o S().
Retificação ao real e a contradição lógica. Entrada em análise.
Lógica fálica lógica do predicado.
MÓDULO V
A Política do Tratamento: os Operadores
Desejo do analista.
Tática – Interpretação.
Estratégia – Manejo da transferência.
Os quatro discursos como operadores clínicos.
Os quatro tempos da análise operacionalizados pelos tempos verbais das vozes gramaticais: ativa, passiva, reflexiva e neutra (voz analítica por excelência).
MÓDULO VI
Clínica Psicanalítica das Psicoses
Constituição do eu – estádio do espelho.
A esquizofrenia e as bengalas imaginárias.
Constituição do sujeito – metáfora paterna ou foraclusão do nome-do-pai.
Na linguagem, fora do discurso.
A paranóia e o significante Ideal.
A significação do falo e o objeto nas psicoses.
Objeto e melancolia.
Alienação e separação.
DSM, medicalização e internação.
A Psicanálise e a clínica da Reforma.
MÓDULO VII
Joyce, o Significante e a Escrita
Os nomes-do-pai.
A escrita. O nada em sua diferença com o vazio.
Escrita e suplência.
O “nó de quatro”.
BIBLIOGRAFIA ELEMENTAR:
Em Sigmund Freud – “Obras Completas”:
Teorias sexuais infantis (1908).
Observações psicanalíticas sobre um caso de paranóia relatado em autobiografia (“o caso Schreber”) (1911).
Totem e tabu (1912).
Observações sobre o amor de transferência (1914).
O recalque (1915).
Luto e melancolia (1915).
O inconsciente (1915).
Mais além do princípio prazer (1920).
A organização genital infantil. Adição à teoria sexual (1923).
O eu e o isso (1923).
Neurose e psicose (1924).
A perda da realidade na neurose e na psicose (1924).
Sobre a sexualidade feminina (1931).
Novas lições introdutórias à psicanálise (1932) (capítulos: XXXIII – A feminilidade e XXXV – O problema da concepção de mundo).
Em Jacques Lacan – “Escritos”:
Estádio do espelho como formador da função do eu tal como nos é revelada na experiência analítica (1949).
Intervenção sobre a transferência (1951).
A coisa freudiana (1955).
Questão preliminar a todo tratamento possível das psicoses (1958).
A significação do falo (1958).
A direção do tratamento e os princípios de seu poder (1958).
Posição do inconsciente (1960).
Do “trieb” de Freud e do desejo do psicanalista (1964).
A ciência e a verdade (1965).
Em Jacques Lacan – “Outros Escritos”:
Alocução sobre as psicoses da criança (1967).
Nota sobre a Criança (1969).
Em Jacques Lacan – “Seminários” (partes e fragmentos previamente escolhidos):
As psicoses – Livro 3 (1955 – 1956).
As formações do inconsciente – Livro 5 (1957 -1958).
A angústia – Livro 10 (1962-1963).
Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise – Livro 11 (1964).
De um Outro ao outro – Livro 16 (1968-1969).
O avesso da psicanálise – Livro 17 (1969-1970).
Mais, ainda – Livro 20 (1972-1973).
R.S.I. – Livro 22 (1974 -1975).
O sinthoma – Livro 23 (1975-1976).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Aristóteles, “Organon” – Guimarães Editores. Lisboa, 1985 (Primeira parte: “Categorias”).
Barbato, Welson – Artigo: “A lógica da oposição e o ser da gramática”.
Guenancia, Pierre, “Descartes” – Jorge Zahar Editor. Rio de Janeiro, 1986.
Hegel, “Fenomenología del espíritu” – Fondo de Cultura Económica. México, 1987.
Quinet, Antonio, “A psicose e o laço social” – Jorge Zahar Editor. Rio de Janeiro, 2006.
Soler, Colette, “O inconsciente a céu aberto da psicose”, Jorge Zahar Editor. Rio de Janeiro, 2007.
Vanier, Alain, “Lacan” – Editora Liberdade. São Paulo, 2005.
FUNCIONAMENTO DO CURSO
Ministrado pelos psicanalistas:
5 primeiros módulos:
Welson Barbato. Psicanalista. Coordenador de grupos de leitura formativos em Psicanálise. Autor do texto “A Estética do Dizer no Sujeito Psicanalítico: reflexões sobre o filme O Carteiro e o Poeta de Michael Radford” publicado no livro “O Desejo em cena, cinema e pensamento psi”, editora Companhia Ilimitada. Atualmente, professor da Casa do Saber, ministrando o curso “O que é o Inconsciente – Rupturas e Continuidade de Freud a Lacan”.
2 últimos módulos:
Beatriz Almeida. Psicanalista. Membro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano. Coordenadora da Rede de Pesquisa sobre as Psicoses do Fórum do Campo Lacaniano – SP. Coordenadora, professora e supervisora clínica do Curso de Formação em Acompanhamento Terapêutico do Instituto A Casa. Coordenadora e supervisora clínica da NÓS Equipe de Acompanhamento Terapêutico.
Duração: três semestres, distribuídos da seguinte forma:
Primeiro semestre: março a junho de 2011 (16 aulas).
Segundo semestre: agosto a novembro de 2011 (16 aulas).
Terceiro semestre: fevereiro a maio de 2012 (16 aulas).
Horário: quintas às 13h30 ou sextas às 13h.
Distribuição: encontros semanais de 2 horas.
Início: 2ª semana de março de 2011.
Valor: R$ 200 mensais (quatro encontros).
Local: Av. Paulista, 2001 – Conj. 1013/14 – Jardim Paulista – SP (consultório de Welson Barbato).
Número de participantes: 8 a 12.
Informações e inscrições: com Jorge pelo telefone (11) 3289-3175.
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PRIMEIRO SEMESTRE 2011
O Instituto A Casa – pioneiro na clínica do Acompanhamento Terapêutico (AT) em São Paulo – com mais de 30 anos de experiência no tratamento de psicoses e de outras psicopatologias, oferece o Curso de Formação em AT.
O Curso tem na Psicanálise um importante referencial e também contempla outras teorias que dialogam com a clínica ampliada, preconizada pela Reforma Psiquiátrica.
Organizamos o Curso em palestras ministradas por acompanhantes terapêuticos, psicanalistas e outros profissionais da área da Saúde Mental, convidados para abordar temas pertinentes ao Acompanhamento Terapêutico. Além das palestras, o curso é composto por encontros com as coordenadoras do Curso, voltados à discussão clínica, esclarecimento de dúvidas e articulação da teoria com a práxis do AT, de modo a promover a participação ativa dos alunos.
Concebemos o Curso em quatro módulos temáticos: “Fundamentos do AT”, “Clínica do AT”, “AT com crianças e adolescentes” e “Interfaces do AT”.
No primeiro semestre de 2011 serão realizados os módulos: “Fundamentos do AT” e “AT com crianças e adolescentes”.
Os módulos são semestrais e independentes, permitindo aos alunos realizarem um ou mais módulos, como forma de complementar sua formação ou optarem pela Formação em Acompanhamento Terapêutico, que inclui a realização dos quatro módulos e entrega de trabalho de conclusão individual (orientado pelas coordenadoras do Curso), com opção de estágio supervisionado.
Público-alvo: profissionais e estudantes de Psicologia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Enfermagem, Medicina e Educação. Técnicos dos serviços de Saúde Mental, como caps, hospitais-dia, centros de convivência, moradias assistidas, oficinas terapêuticas, emergências psiquiátricas e ambulatórios.
Valor por módulo: R$ 800 ( parcelado em 4 cheques de R$ 200).
Informações e inscrições para o módulo “Fundamentos do AT” com Karina (karina@acasa.com.br) e para o módulo “AT com crianças e adolescentes” com Vilma (vilma@acasa.com.br).
As inscrições devem ser realizadas até dia 14 de março, nos seguintes horários: segundas às quintas, das 12h30 às 13h30 e das 16h às 17h e sextas, das 14h30 às 17h.
Local: Instituto A Casa, rua Dr. João Maia, 118, Aclimação (próximo ao metrô Ana Rosa).
Telefone: (11) 5574-0677
VAGAS LIMITADAS
Módulo: Fundamentos do Acompanhamento Terapêutico
Coordenação: Clarissa Metzger
Horário: 4as-feiras, semanalmente, das 20h às 22h
Data: 16/03 a 22/06
16/03 – Apresentação Clarissa Metzger
23/03 – Sobre o histórico do AT Maurício Porto
30/03 – Ação interpretativa no AT Ricardo Gomides Santos
06/04 – Coordenação Clarissa Metzger
13/04 – Projeto terapêutico no AT Equipe de AT convidada
04/05 – Constituição do sujeito: neurose e psicose Clarissa Metzger
11/05 – Discussão de caso clínico Clarissa Metzger
18/05 – O que há de psicanalítico no AT? Maurício Hermann
25/05 – Ética e AT Marcelo Checchia
01/06 – Discussão de caso clínico Clarissa Metzger
08/06 – O conceito de crise e emergência no AT Fernando Cembranelli
15/06 – Noções em psicofarmacologia Cíntia de Camargo Dias
22/06 – Psicose, arte e AT Daniela Figueiredo Canguçu
29/06 – Avaliação e encerramento Clarissa Metzger
Módulo: Acompanhamento Terapêutico com crianças e adolescentes
Coordenação: Beatriz Almeida
Horário: sábados, quinzenalmente, das 14h às 18h
Data: 19/03 a 11/06
19/03
14h Procura-se Janaína: sobre o desejo do AT Deborah Sereno
16h Apresentação Beatriz Almeida
02/04
14h Psicose na infância Ana Laura Prates Pacheco
16h Ética e clínica no AT Kleber Barretto
16/04
14h Posição do sujeito e estrutura familiar Michele Faria
16h AT com crianças Shirley Batista
30/04
14h Autismo e Psicanálise Ana Paula Pires
16h Inclusão escolar Daniele Sanches
14/05
14h Discussão de texto Beatriz Almeida
16h AT e família Beatriz Almeida
28/05
14h AT com adolescentes Rodrigo Veinert
16h Discussão clínica Beatriz Almeida
11/06
14h Adolescência e crises Sandra Berta
16h Encerramento Beatriz Almeida
Estágio supervisionado do Curso de Formação em AT
Coordenação e supervisão: Beatriz Almeida e Clarissa Metzger
Dirigido a alunos do Curso de Formação em AT.
Duração: 1 ano.
Frequência: 2 horas de atendimento individual semanal + 2 horas de supervisão semanal em pequenos grupos.
Mensalidade: R$ 160,00 (12 cheques pré-datados).
Admissão: através de entrevista com uma das supervisoras: Beatriz Almeida ( acompanhamentoterapeutico@gmail.com ) e Clarissa Metzger ( clarissa2007@uol.com.br ).
Palestrantes convidados:
Ana Laura Prates Pacheco Psicóloga e Psicanalista. AME da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano (EPFCL) e membro do Fórum do Campo Lacaniano em São Paulo (FCL-SP). Atual Diretora da EPFCL-Brasil. Coordenadora da Rede de Pesquisa de Psicanálise e Infância do FCL-SP. Doutora em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Autora do livro: Feminilidade e Experiência Psicanalítica, Hacker Editores.
Ana Paula Pires Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Membro do FCL-SP.
Beatriz Helena Martins de Almeida Psicanalista e acompanhante terapêutica. Membro da EPFCL e do FCL-SP. Coordenadora da Rede de Pesquisa sobre as Psicoses do FCL-SP. Coordenadora, professora e supervisora clínica do Curso de Formação em Acompanhamento Terapêutico do Instituto A Casa. Coordenadora e supervisora clínica da Nós Equipe de Acompanhamento Terapêutico. Psicóloga clínica na New Soccer Gerenciamento de Futebol.
Cíntia de Camargo Dias Psiquiatra e psicoterapeuta. Mestre em Psiquiatria pela UNIFESP. Vice-coordenadora do Internato de Psiquiatria do 5º ano do Curso de Medicina da UNIFESP.
Clarissa Metzger Psicanalista. Mestre em Psicologia Social e doutoranda em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Membro do Laboratório Psicanálise e Sociedade do IP-USP, Coordenadora, professora e supervisora clínica do Curso de Formação em Acompanhamento Terapêutico do Instituto A Casa.
Daniela Figueiredo Cangaçu Terapeuta Ocupacional e coordenadora do Programa de Aprimoramento Multiprofissional em Saúde Mental do Centro de Atenção Psicossocial Professor Luiz da Rocha Cerqueira (CAPS Itapeva). Mestranda em Linguagem e Educação na FE-USP.
Daniele Sanches Psicóloga. Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Membro do FCL-SP. Colaboradora da Rede Clínica e de Pesquisa Sintoma e Corporeidade do FCL-SP.
Deborah Sereno Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Coordenadora do Balaio – Núcleo de Referência em Psicoses e Inclusão e de equipe clínica da Clínica Psicológica do Instituto Sedes Sapientiae. Docente da Faculdade de Psicologia da PUC-SP.
Equipe de AT convidada Bruna Pastore, Clarissa Nars, Letícia Borges, Sandra Garcia e Vinícius Costa.
Fernando Cembranelli Psiquiatra e psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Coordenador médico do Hospital-dia A CASA.
Kleber Duarte Barretto Acompanhante terapêutico e psicanalista. Doutor em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Supervisor e pesquisador da UNIP. Membro da AAT. autor do livro: Ética e Técnica no Acompanhamento Terapêutico – andanças com Dom Quixote e Sancho Pança, Unimarco editora.
Marcelo Checchia Membro do FCL-SP. Psicólogo, mestre e doutorando em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Professor convidado do Instituto Langage – SP e do Núcleo de Estudos em Psicanálise e Educação em Poços de Caldas – MG.
Maurício Hermann Psicanalista. Doutor em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Autor do livro AT e psicose: um articulador do real, simbólico e imaginário, UMESP. Membro da EPFCL e do FCL-SP. Coordenador da Rede de Pesquisa sobre Neurose e do seminário Freud com Lacan do FCL-SP. Supervisor clínico de equipes de AT.
Maurício Porto Psicanalista e acompanhante terapêutico. Participante do Estágio Assistido em Acompanhamento Terapêutico. Professor do Curso de Psicopatologia da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Michele Faria Psicanalista. Doutora em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Participante do programa de Pós-Doutorado da Unicamp. Autora dos livros Constituição do sujeito e estrutura familiar, Cabral Editora e Livraria Universitária e Introdução à psicanálise de crianças: o lugar dos pais, Hacker Editores. Docente em cursos de pós-graduação.
Ricardo Gomides Santos Psicólogo clínico. Mestre e doutorando em Psicologia Social pelo IP-USP. Professor da UNINOVE.
Rodrigo Veinert Psicólogo, músico e acompanhante terapêutico, com aprimoramento multi-profissional em Saúde Mental pelo PIDA – Caps Itapeva.
Sandra Berta Psicanalista. Doutoranda em Psicologia Clínica pelo IP-USP. Membro da EPFCL e do FCL-SP. Coordenadora da Rede de Pesquisa sobre as Psicoses do FCL–SP. Membro do Laboratório Psicanálise e Sociedade do IP-USP.
Shirley Batista Educadora. Acompanhante terapêutica formada pelo Instituto A Casa. Terapeuta do Hospital-dia A Casa. Membro da Nós Equipe de Acompanhamento Terapêutico.
Instituto A Casa
Direção: Beatriz Aguirre, Regina Von Atzingen e Sônia Ferrari
Direção do Departamento de Formação: Beatriz Aguirre
Coordenação do Curso de Formação em Acompanhamento Terapêutico: Beatriz Almeida e Clarissa Metzger
Filed under: aconteceu | Tags: acom, curso, Psicanálise, Saúde Mental
Coordenação: Beatriz H. M. Almeida e Sandra Leticia Berta
Em 2010, nossas atividades funcionarão em 2 eixos que
se articulam: teórico e clínico.
Teórico:
- estudo do Seminário A Identificação (1961-1962) de Jacques Lacan, especialmente dos capítulos dedicados à topologia, visando deduzir o particular da identificação nas psicoses.
Clínico:
- apresentação de pacientes: a partir desse dispositivo, fundamentado
na ética da psicanálise, visamos debater sobre o diagnóstico e suas consequências na direção do tratamento.
- discussão clínica: dedicaremos alguns encontros à discussão
de casos clínicos
Local: Sede do Fórum do Campo Lacaniano São Paulo
Horário: segundas-feiras, quinzenalmente, das 10h30 às 12h
Taxa: R$ 70,00 mensais
Informações: (11) 3168-9476 (Beatriz Almeida) e (11) 3673-6851 (Sandra Berta)
Fórum do Campo Lacaniano – São Paulo
Rua Lisboa, 1163
Pinheiros – São Paulo – SP
Tel: 11 3063-3703 / 3057-1743
fclsp@campolacanianosp.com.br
http://www.campolacanianosp.com.br
