Posts Tagged ‘Acompanhamento Terapêutico’

Ato de lançamento do Congresso que se realizará em novembro de 2017:

O evento ocorrerá dia 19 de novembro de 2016 das 15:00 as 21:00 na rua Dr. Carlos Norberto de Souza Aranha. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail at.rodadeconversaesamba@gmail.com.

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/1846198058947627/?ti=cl.

evento-pre-congreso

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2o SEMESTRE DE 2016

Módulo: A Clínica do Acompanhamento Terapêutico
Coordenação: Beatriz Almeida
Horário: sábados, quinzenalmente, das 9h às 13h.
Data: de 20/08 a 19/11.

20/08
9h Contrato e enquadre no Acompanhamento Terapêutico
Beatriz Almeida
11h Clínica do cotidiano e Acompanhamento Terapêutico
Saulo Jardim (a confirmar)
03/09
9h Constituição do sujeito na neurose e na psicose
Beatriz Almeida
11h Paranóia
Luis Guilherme Mola
17/09
9h Clínica do Acompanhamento Terapêutico
Franz Murillo
11h Esquizofrenia
Beatriz Almeida
01/10
9h Secretários do alienado
Rafael Rocha Daud
11h Psicose e laço social
Beatriz Almeida
15/10
9h Clínica na instituição
Maria Lívia Tourinho Moretto
11h Acompanhamento Terapêutico com idosos
Luciana Rebello
29/10
9h Alcoolismo e toxicomanias
José Waldemar Turna
11h Angústia na síndrome do pânico e nas depressões
Welson Barbato
19/11
9h Mania, melancolia e seus estados limites
Christian Dunker
11h Discussão de caso clínico
Beatriz Almeida

Módulo: Acompanhamento Terapêutico e a clínica nas instituições
Coordenação: Clarissa Metzger
Horário: quartas-feiras, semanalmente das 20h às 22h
Data: de 17/08 a 07/12
Inscrições: até 15/08

17/08 Abertura: Origens clínico-institucionais do AT
Clarissa Metzger
24/08 Análise institucional
Maria Cristina Gonçalves Vicentin
31/08 Narcisismo e constituição do eu
Clarissa Metzger
14/09 Clínica do Acompanhamento Terapêutico no
Judiciário
Maurício Herrman
21/09 Clínica do Acompanhamento Terapêutico em abrigos
Thais Siqueira
28/09 Clínica do Acompanhamento Terapêutico na escola
Priscila Venosa
05/10 Clínica do Acompanhamento Terapêutico nas
organizações sociais
João Carlos Guilhermino da Franca
19/10 Discussão de caso clínico
Clarissa Metzger
26/10 Clínica do Acompanhamento Terapêutico e família
Daniela Canguçu
09/11 Clínica do Acompanhamento Terapêutico em contexto
hospitalar
Clarissa Carvalho Fongaro Nars
16/11 Acompanhamento Terapêutico no contexto da
Reforma Psiquiátrica brasileira
Débora Marinho
23/11 Trabalho em rede e interdisciplinaridade
Sônia Maria Leonardi Ferrari
30/11 Psicose estabilizada e laço social
Ivan Ramos Estevão
07/12 Avaliação e encerramento
Clarissa Metzger

Valor por módulo: R$1280,00 divididos em 4 parcelas de R$320,00.
Informações e inscrições: com Karina (karina@acasa.com.br) ou Vilma (vilma@acasa.com.br), de segunda a sexta, das 14h30 às 17h.
Local: Instituto A Casa, rua Dr. João Maia, 118, Aclimação (próximo ao metrô Ana Rosa).
Telefone: (11) 5574-0677
VAGAS LIMITADAS

Estágio supervisionado em Acompanhamento Terapêutico
Supervisão: Beatriz Almeida e Clarissa Metzger
Dirigido aos alunos da Formação em AT.
Duração: 1 ano.
Frequência: de 2 a 4 horas de atendimento individual semanal/ reuniões em instituição + 2 horas de supervisão semanal em pequenos grupos.
Mensalidade: R$250,00 (12 cheques pré-datados).
Admissão: através de entrevista com uma das supervisoras:
• Beatriz Almeida: acompanhamentoterapeutico@gmail.com
• Clarissa Metzger: clarissa2007@uol.com.br
Entrevista: R$ 100.

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O curso tem início em 2 de abril, são 8 módulos (1 sábado por mês).

nos_cartaz

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Primeiro Semestre 2016

www.acasa.com.br

A CASA email

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Nos dia 8, 9 e 10 de outubro de 2015, a Equipe Nós esteve presente no Congresso Internacional de Acompanhamento Terapêutico: “clinica em las fronteras, caminos del AT em lo cotidiano” realizado na cidade de Córboda, Argentina. O congresso foi organizado pela Faculdade de Psicologia da Universidade Nacional de Córdoba (UNC) em parceria com a Associação de Acompanhantes Terapêuticos da República Argentina (AATRA). Houve uma grande adesão chegando a 700 inscritos. Muitos assuntos foram debatidos nas mesas de temas livres e mesas redondas com psicanalistas, acompanhantes terapêuticos e psicólogos principalmente da Argentina, México e do Brasil.

Dentre os diversos temas que apareceram, nos chamou a atenção a mesa redonda sobre Acompanhamento Terapêutico e Inclusão Escolar. Um dos palestrantes dessa mesa foi Sebastián García (membro da AATRA de Mar Del Plata) que abordou a questão da regulação do Acompanhamento Terapêutico na instituições educativas da província de Buenos Aires. Resgataremos brevemente o que foi apresentado por García para, em seguida, propormos uma reflexão sobre a prática que ocorre aqui em São Paulo. Importante ressaltar que utilizaremos a discussão a respeito do lugar do at1 em escolas que tem ocorrido na Argentina como ponto de partida para refletirmos sobre nossa compreensão do papel do at na escola no Brasil, e mais especificamente, em São Paulo. É certo que há particularidades no modo de o profissional atuar e das legislações vigentes em cada um dos países, no entanto, “pegaremos carona” na discussão aberta por García para apresentarmos como entendemos o dispositivo do AT em escolas.

Para contextualizar, lembramos que a maneira como o at está inserido nas escolas em São Paulo possui, atualmente, um caráter marginal, isto é, se está dentro e fora da escola simultaneamente. A inexistência de um vínculo formal com a escola, assim como a não regulamentação dessa prática produz consequências diversas para a prática do at. Por um lado, não se está protegido e amparado por uma lei trabalhista; por outro, é possível construir o enquadre do trabalho de acordo com a demanda singular de cada criança, família e escola. Esse seria apenas um ponto da discussão.

Sebastián García, em sua exposição, fala sobre a regulamentação da prática do Acompanhamento Terapêutico na Argentina. Atualmente, o at pode ser formado em psicologia, mas não necessariamente, para alguém poder dizer-se at deve realizar um curso técnico de nível superior. Segundo a lei de regulamentação do AT na escola, apresentada por García, do ano de 2013, haveria dois tipos de apoios possíveis para serem solicitados pela escola: o primeiro de caráter assistencial, ou seja, um profissional que pudesse auxiliar a criança a deslocar-se pela escola, nos seus cuidados de higiene pessoal, organização, etc. – algo mais semelhante ao que chamamos de “cuidador” ou do trabalho do AVE (Auxiliar de Vida Escolar) na Rede Pública da prefeitura de São Paulo; e o segundo de caráter terapêutico que trabalharia sobre o laço social da criança, esse seria o tipo de apoio em que o at é solicitado. Segundo Sebastián García, na Argentina, entende-se o AT como aquele apoio de caráter transitório, portanto não naturalizado naquele espaço e que não pode ser encarado pela escola como um requisito ou condição para a matricula do aluno. O que determina a entrada do at na escola não é o diagnóstico médico, mas uma avaliação realizada pela equipe escolar.

Até esse momento, poderia se dizer que esse tipo de AT é o semelhante ao que realizamos aqui em São Paulo. Mas há peculiaridades do AT portenho, apontadas por Sebastián García, das quais destaco duas:

1- Todo acompanhante terapêutico deve pertencer a uma instituição de saúde que lhe oferece supervisão para o caso acompanhado;

2- O at deve participar dos projetos institucionais da escola;

Assim, vamos entendendo que na Argentina, se por um lado, esse at deve receber uma supervisão de uma instituição externa a escola, por outro, deve participar das reuniões internas da equipe escolar. Dentro e fora também parece ser o lugar ocupado pelo at em Buenos Aires. No entanto, nos ocorre pensar que a grande aproximação entre o at e a escola (seja participando das reuniões internas, seja estando muitas horas na escola, por exemplo acompanhando uma criança full time2) pode ser problemática. No nosso entendimento, o at não é da escola, ele é da criança. Pode (e é importante que o faça) trabalhar com a equipe escolar, mas desde um lugar de quem desconhece o funcionamento da instituição. Estar envolvido nos impasses e na rotina da escola pode interferir diretamente na maneira como esse profissional se posiciona em relação à criança: paciente ou aluno?

Assim, vemos delinear-se uma situação em que o acompanhante terapêutico corre o risco de ser tomado como um membro da equipe escolar (pelos professores, alunos e pela criança que acompanha). Ainda que seu foco de trabalho, nos enfatiza Sebastian García, “seja o terapêutico e não o pedagógico”, sua prática estará fortemente influenciada pelos discursos institucionais sobre os alunos. Acreditamos ser de extrema importância que o at possa manter-se dentro e fora da escola, dentro para poder trabalhar e dialogar com a equipe escolar, mas fora também para que, longe dos vícios da instituição seja capaz de perceber as cristalizações, e assim, fazer furo ali onde todo o saber parece já sabido. O acompanhante terapêutico na escola não possui todo o saber sobre a criança, pelo contrário, ele pode ajudar na construção de novos saberes a partir de novas perguntas. É preciso que alguém se pergunte, que alguém não saiba, que esteja dentro e fora para que haja movimento, improviso e novas criações na direção da inclusão possível. Um lugar não-todo para o at na escola é um lugar de incômodo pois é um não lugar, uma não profissão, um lugar “à margem do estabelecido” (como Mannoni quis que fosse Bonneuil3). Caminhar na direção da regulamentação do Acompanhamento Terapêutico na escola seria necessariamente eliminar a potência desse dentro e fora? Acompanhemos essa discussão…

Lenara Spedo Spagnuolo

Outubro/2015

1Utilizamos as abreviações at para nos referirmos ao profissional acompanhante terapêutico e AT para designar o dispositivo do Acompanhamento Terapêutico.

2Expressão utilizada por Sebastián García em sua exposição.

3Fazemos referência ao título de um dos capítulos do livro de Maud Mannoni intitulado “Uma ação à margem do estabelecido”. Cf: MANNONI, Maud (1973). Educação Impossível. Com a colaboração de Simone Benhaim e Robert Lefort e um grupo de estudante. Rio de Janeiro. Francisco Alves, 1988.

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SEGUNDO SEMESTRE
2015

O Instituto A Casa – pioneiro na clínica do Acompanhamento Terapêutico (AT) em São Paulo e com 35 anos de experiência no tratamento de psicoses e de outras psicopatologias – tem o prazer de oferecer o Curso de Acompanhamento Terapêutico.
O Curso é dividido em quatro módulos temáticos: “Fundamentos do AT”, “A clínica do AT”, “AT com crianças e adolescentes” e “AT e a clínica nas instituições”.
Os módulos são semestrais e independentes, permitindo aos interessados realizar um módulo ou mais, configurando-se como curso de extensão. No entanto, é também possível optar pela Formação em Acompanhamento Terapêutico, que prevê a realização dos quatro módulos, a realização de estágio supervisionado e entrega de trabalho de conclusão individual.
No segundo semestre de 2015 serão oferecidos os módulos: “A Clínica do AT” e “AT e a clínica nas instituições”.
Público-alvo: profissionais e estudantes de Psicologia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Enfermagem, Medicina e Educação. Técnicos dos serviços de Saúde Mental como: CAPS, hospitais-dia, centros de convivência, residências terapêuticas, oficinas profissionalizantes, emergências psiquiátricas e ambulatórios.
Módulo: A Clínica do Acompanhamento Terapêutico
Coordenação: Beatriz Almeida

Horário: quartas-feiras, semanalmente, das 20h às 22h.
Data: de 19/08 a 18/11.
Inscrições: até 18/08
19/08
Contrato e enquadre no Acompanhamento Terapêutico
Beatriz Almeida

26/08
Clínica no Acompanhamento Terapêutico
Bruna Leite

02/09
Constituição do sujeito na neurose e na psicose
Beatriz Almeida

09/09
Paranóia
Luis Guilherme Mola

16/09
Esquizofrenia
Beatriz Almeida

23/09
Clínica na instituição
Maria Lívia Tourinho Moretto
30/09
Psicose e laço social
Beatriz Almeida

07/10
Secretários do alienado
Rafael Rocha Daud

14/10
Clínica do cotidiano e Acompanhamento Terapêutico
Leonel Dozza de Mendonça

21/10
Acompanhamento Terapêutico com idosos
Luciana Rebello
28/10
Angústia na síndrome do pânico e nas depressões
Welson Barbato

04/11
Alcoolismo e toxicomanias
José Waldemar Turna

11/11
Mania, melancolia e seus estados limites
Christian Dunker
18/11
Discussão de caso clínico
Beatriz Almeida

Módulo: Acompanhamento Terapêutico e a clínica nas instituições
Coordenação: Clarissa Metzger

Horário: sábados, quinzenalmente, das 9h às 13h
Data: de 22/08 a 14/11
Inscrições: até 28/08

22/08 9h
Abertura: Origens clínico-institucionais do AT
Clarissa Metzger
11h
Análise institucional
Isabel Marazina

12/09 9h
Narcisismo e constituição do eu
Clarissa Metzger
Clínica do Acompanhamento Terapêutico no Judiciário: a experiência do PAI-PJ
Fabrício Ribeiro
19/09 9h
Clínica do Acompanhamento Terapêutico em abrigos Thais Siqueira
11h
Clínica do Acompanhamento Terapêutico na escola
Priscila Venosa
03/10 9h
Clínica do Acompanhamento Terapêutico nas organizações sociais
João Carlos Guilhermino da Franca
11h
Discussão de caso clínico
Clarissa Metzger
17/10 9h
Clínica do Acompanhamento Terapêutico e família
Daniela Canguçu
11h
Clínica do Acompanhamento Terapêutico em contexto hospitalar
Clarissa Carvalho Fongaro Nars

31/10 9h
Acompanhamento Terapêutico no contexto da Reforma Psiquiátrica brasileira
Débora Marinho
11h
Psicose estabilizada e laço social
Ivan Ramos Estevão

14/11 9h
Trabalho em rede e interdisciplinaridade
Sônia Maria Leonardi Ferrari
11h
Avaliação e encerramento
Clarissa Metzger

Valor por módulo: R$1320,00. Para inscrições até 31/07, pagamento em 5 parcelas de R$264,00. Para inscrições a partir de 01/08, 4 parcelas de R$330,00.
Informações e inscrições: com Karina (karina@acasa.com.br) ou Vilma (vilma@acasa.com.br), de segunda a sexta, das 14h30 às 17h.
Local: Instituto A Casa, rua Dr. João Maia, 118, Aclimação (próximo ao metrô Ana Rosa).
Telefone: (11) 5574-0677
VAGAS LIMITADAS

Estágio supervisionado em Acompanhamento Terapêutico

Supervisão: Beatriz Almeida e Clarissa Metzger
Dirigido aos alunos da Formação em AT.
Duração: 1 ano.
Frequência: de 2 a 4 horas de atendimento individual semanal/ reuniões em instituição + até 2 horas de supervisão semanal em pequenos grupos.
Mensalidade: R$240,00 (12 cheques pré-datados).
Admissão: através de entrevista com uma das supervisoras:
Beatriz Almeida: acompanhamentoterapeutico@gmail.com
Clarissa Metzger: clarissa2007@uol.com.br
Serão realizadas uma ou duas entrevistas com os candidatos ao estágio. As entrevistas são pagas e o valor é R$ 80 para cada entrevista.

Palestrantes convidados:

Beatriz Almeida
Psicanalista. Membro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano (EPFCL). Coordenadora da rede de pesquisa sobre as psicoses do Fórum do Campo Lacaniano em SP (FCL–SP). Professora, coordenadora e supervisora clínica do Curso de AT do Instituto A CASA. Coordenadora e supervisora clínica da equipe NÓS Acompanhamento Terapêutico.

Bruna Leite
Psicóloga. Acompanhante terapêutica formada pelo Instituto A Casa. Pós graduada em Semiótica Psicanalítica – Clínica da Cultura pelo COGEAE PUC/SP. Coordenadora técnica do hospital-dia da Clínica Vera Cruz. Membro da equipe NÓS Acompanhamento Terapêutico.

Christian Dunker
Psicanalista. Doutor pelo Instituto de Psicologia/USP (IP/USP) com pós-doutorado pela Manchester Metropolitan University. Professor Titular do Departamento de Psicologia Clínica do IP/USP. Membro da EPFCL–SP. Autor dos livros: “Lacan e a Clínica da Interpretação”, ed. Hacker, “O Cálculo Neurótico do Gozo”, ed. Escuta e “Estrutura e Constituição da Clínica Psicanalítica”, ed. Annablume.

Clarissa Carvalho Fongaro Nars
Acompanhante terapêutica membro da Equipe HIATO de Acompanhamento Terapêutico, com formação pelo Instituto A CASA. Especialista em Psicologia Hospitalar pelo Conselho Federal de Psicologia. Psicóloga do Instituto de Oncologia Pediátrica – IOP/ Graacc – Unifesp. Atual formação em Psicanálise pelo FCL-SP.

Clarissa Metzger
Psicanalista, membro do FCL-SP. Psicóloga, mestre e doutora pelo Instituto de Psicologia/USP (IP/USP). Coordenadora, professora e supervisora clínica do Curso de AT do Instituto A CASA, coordenadora e supervisora clínica da Equipe HIATO de Acompanhamento Terapêutico. Membro do Laboratório Psicanálise e Sociedade do Depto. de Psicologia Clínica do IP/USP e Núcleo Psicanálise e Política da PUC-SP. Co-autora do livro Acompanhamento Terapêutico da Série Pratica Clínica – Editora Zagodoni, 2013.

Daniela Figueiredo Canguçu
Terapeuta ocupacional e psicanalista, mestre em Linguagem e Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, professora do curso de Expansão Cultural do Instituto Sedes Sapientiae “Introdução à teoria e à clínica da psicose: uma abordagem psicanalítica” e supervisora institucional de CAPS.

Débora Marinho
Psicóloga clínica, acompanhante terapêutica, coordenadora e supervisora da equipe de AT do Instituto A CASA. Coordenadora do Serviço de Residência Terapêutica da Lapa, aprimoramento multiprofissional em saúde mental pelo CAPS Prof. Luis da Rocha Cerqueira (SES- PIDA|USP), Mestre pela EE | USP.

Fabrício Junio Rocha Ribeiro
Psicólogo, psicanalista. Mestre em Psicologia pela PUC-MG. Professor do Centro Universitário Newton Paiva, na área de Saúde Mental, Psicanálise e Direito. Articulador de Rede do Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário – PAI-PJ do TJMG. Autor do livro “Da razão ao delírio – por uma abordagem interdisciplinar do conceito de loucura.” Curitiba: Juruá, 2011

Isabel Marazina
Psicanalista, analista institucional e supervisora de diversos estabelecimentos de Saúde Mental da rede pública em São Paulo, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP e doutora pela Faculdade de Saúde Pública/USP.

Ivan Ramos Estêvão
Psicanalista, membro do FCL-SP. Professor doutor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP. Membro do Laboratório Psicanálise e Sociedade do Depto. de Psicologia Clínica do IP/USP e Núcleo Psicanálise e Política da PUC-SP

João Carlos Guilhermino da Franca
Coordenador da ONG Camará, conselheiro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Vicente.

José Waldemar Thiesen Turna
Psicanalista. Mestre em Psicologia Clínica pela PUC/SP. Supervisor organizacional de dispositivos de saúde do município. Coordenador do Seminário A clínica das Psicoses e coordenador do Seminário Psicanálise de Grupo – a relação intersubjetiva e o Grupo, no Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP). Integrante da coordenação de apresentação de pacientes que acontece na Casa de Saúde São João de Deus. Autor de “Atendimento Psicológico às Toxicomanias”, Zagodoni Editora.

Leonel Dozza de Mendonça
Doutor em Psicología pela Universidad Complutense de Madrid (tese sobre Acompañamiento Terapéutico, en fase de publicaçao). Director del Centro de Día y del Equipo de Apoyo Social Comunitario Parla (gestionado por Fundación Manantial y concertado con la Consejería de Asuntos Sociales de la Comunidad de Madrid). Presidente de “CALLE III: Asociación Española de Acompañantes Terapéuticos”. Principal responsavel da implantaçao do AT na España. Formador y supervisor de profesionales. Autor de diversos artículos e do livro: “Acompañamiento Terapéutico y Clinica de lo Cotidiano”, Buenos Aires: Editorial Letra Viva, 2015.

Luciana Rebello
Psicóloga clínica, especialista em Psicologia Hospitalar, acompanhante terapêutica de idosos, membro do núcleo de AT e envelhecimento da ONG Ger-ações Pesquisas e Ações em Gerontologia, supervisora do Programa Acompanhante de Idosos da Secretária Municipal de Saúde – São Paulo.

Luis Guilherme Coelho Mola
Psicanalista. Doutor em Psicologia pelo IP/USP. Membro da EPFCL–SP. Membro do Núcleo de Psicanálise e Sociedade da PUC/SP.

Maria Lívia Tourinho Moretto
Psicanalista. Doutora em Psicologia pelo IP/USP. Professora do Departamento de Psicologia Clínica do IP/USP. Membro do FCL–SP. Autora do livro “O que pode um analista no hospital?”, ed. Casa do Psicólogo.

Priscila de Azevedo e Souza Venosa
Psicóloga e psicanalista, membro do NESME, mestre em Psicologia Social pela PUC- SP. Atuou como psicóloga escolar por 4 anos em instituição particular de Ensino Fundamental e Médio. Atualmente atende em consultório particular e clinica como acompanhante terapêutica independente ou em parceria com a equipe do Grupo Laço – Projetos de Inclusão Escolar.

Rafael Rocha Daud
Psicanalista. Acompanhante terapêutico. Mestre em Psicologia Social pela PUC/SP. Membro da equipe NÓS Acompanhamento Terapêutico.

Sonia Maria Leonardi Ferrari
Terapeuta Ocupacional, diretora do Instituto A CASA, diretora do CETO – Centro de Especialidades em Terapia Ocupacional.

Thais Siqueira
Psicóloga. Acompanhante terapêutica. Membro da Equipe HIATO de Acompanhamento Terapêutico. Estagiou no Hospital de La Borde e na École Experimentale de Bonneuil-sur-Marne (França). Membro do grupo de pesquisa Detecção Precoce de Psicopatologias Graves – PUC-SP. Psicóloga do PECP – Programa Einstein na Comunidade Paraisópolis.

Welson Barbato
Psicanalista com formação pelo Instituto Sigmund Freud e Psicólogo formado pela PUC/SP. Coordenador de leitura em grupos de estudos formativos em Psicanálise e em Lógica Formal e Lógica Dialética. Professor da Casa do Saber onde ministra cursos que priorizam temas vinculados ao Campo Lacaniano. Autor do texto “A estética do dizer no sujeito psicanalítico: reflexões sobre o filme O Carteiro e o Poeta, de Michael Radford”, publicado no livro “O Desejo em cena, cinema e pensamento psi “, editora Companhia Ilimitada.
INSTITUTO A CASA
Direção: Beatriz Aguirre, Regina Von Atzingen, Sônia Ferrari.

Direção do Departamento de Formação: Beatriz Aguirre.

Coordenação do Curso de Formação em Acompanhamento Terapêutico: Beatriz Almeida e Clarissa Metzger.

Coordenação da Equipe de Acompanhamento Terapêutico: Adriana Canepa, Débora Marinho, Martin Aguirre, Rodrigo Veinert.

Equipe de Acompanhamento Terapêutico:
Cristiana Gerab, Juliana Scharff, Juliana Vidigal, Márcia Fares, Marcus Goes, Rafael Raicher, Rodrigo Gomes, Rogéria Neubauer, Tomás Bonomi.

Publicações da equipe de AT:
·         A Rua como Espaço Clínico: Acompanhamento Terapêutico. São Paulo: Editora Escuta, 1991.
·         Crise e Cidade: Acompanhamento Terapêutico. São Paulo: Educ, 1997.
·         Textos, Texturas e Tessituras no Acompanhamento Terapêutico. São Paulo: Coleção SaúdeLoucura, Editora Hucitec e Instituto A Casa, 2006.
Rua Dr. João Maia, 118
04109-130 São Paulo/SP 
acasa@acasa.com.br
http://www.acasa.com.br

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http://cmais.com.br/guiadacultura/exposicao/historias-da-loucura-desenhos-do-juquery

A exposição fica no MASP até dia 06 de setembro e inaugura um novo espaço expositivo do museu.

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