Posts Tagged ‘caps’

topo_inicio

CFP e OAB promovem seminário sobre manicômios no Brasil

Durante o evento, que acontece em setembro, será lançado relatório com resultados de inspeções realizadas por Conselhos Regionais de Psicologia em manicômios judiciários de 17 estados

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) promovem, nos próximos dias 15 e 16 de setembro, em Brasília, o Seminário “A desconstrução da lógica manicomial – construindo alternativas”. Durante dois dias de atividades serão debatidos temas, impasses e desafios para a questão das pessoas em sofrimento mental em conflito com a lei, os pacientes judiciários, a segregação e a urgência de se discutir alternativas, como o Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário (PAI-PJ-MG) e o Programa de Atenção ao Louco Infrator (PAILI-GO).

“Queremos evidenciar esta problemática dos manicômios, da prisão perpétua das medidas de segurança, o mito da periculosidade, a falta de direitos e garantir o que faz a Psicologia nesses espaços. Assim, apresentaremos a necessidade de desconstrução dos manicômios, da lógica que segrega e não trata. Os desafios estão postos, construir alternativas ao modelo manicomial, como PAI-PJ do Tribunal de Justiça de MG e o PAILI e outras formas de assistência, tratamento e, sobretudo, responsabilização”, afirma Rodrigo Tôrres Oliveira, coordenador da Comissão de Psicologia Jurídica do CFP.

Publicação
Na ocasião, será lançado também o Relatório Brasil 2015, com resultados de Inspeções aos manicômios, feitas por Conselhos Regionais de Psicologia em instituições judiciários deste perfil em 17 estados mais o Distrito Federal. A proposta da publicação é dar visibilidade ao que acontece nestas instituições e discutir as práticas excludentes, punitivas e o cuidado das pessoas que hoje ainda se encontram nesses ambientes, muitas sob condições adversas e contrárias ao modelo assistencial.

Inscrições
O Seminário acontece na sede do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (SAUS Quadra 5 Lote 1 Bloco M – Brasília), é aberto ao público e gratuito. As inscrições devem ser feitas antecipadamente por meio do linkhttp://www2.pol.org.br/inscricoesonline/seminarioim/

PROGRAMAÇÃO 

15/09/2015 (Terça-feira)

Abertura – 9h30 às 10h15

· Marcus Vinicius Furtado Coêlho – Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)
· Mariza Monteiro Borges – Presidente do Conselho Federal de Psicologia (CFP)
· Oswaldo José Barbosa Silva – Representando Associação Nacional do Ministério Público de Defesa da Saúde (AMPASA) e o Ministério Público Federal (MPF)
· Dirceu Ditmar Klitzke – Coordenador-geral de gestão da atenção básica do Ministério da Saúde
· Marden Marques Soares Filho – Coordenador de Apoio à Assistência Jurídica, Social e à Saúde do Ministério da Justiça

Lançamento do Relatório Nacional das Inspeções a Manicômios Judiciários – 10h15 às 10h30

Conferência de Abertura – 11h00 às 12h00

· Ernesto Venturini – Psiquiatra italiano, colaborador de Franco Basaglia

Almoço – 12h00 às 13h45

Mesa “Por quê ainda existem manicômios?” – 13h45 às 15h

· Mediadora: Fátima França – Coordenadora do curso de Especialização em Psicologia Jurídica do Instituto Sedes Sapientiae
· Virgílio de Mattos – Professor e Coordenador do Curso de Direito do Centro de Ensino Superior de São Gotardo (CESG)
· Cristina Mair Barros Rauter – Professora da Universidade Federal Fluminense (UFF)

Mesa Relatos da Inspeção: por que a negação da cidadania? – 15h15 às 16h30

· Rodrigo Tôrres Oliveira – Coordenador da Comissão de Psicologia Jurídica do CFP
· Janne Calhau Mourão– Coordenadora da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro (CRP-05)
· Natália de Souza Silva – Conselheira-secretária do Conselho Regional de Psicologia do Piauí (CRP-21)
· Rodrigo Silveira da Rosa– Advogado. Integrante da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RS

Mesa Relatos da Inspeção: por que a negação da cidadania? – 16h30 às 17h45

· Caroline Martini Kraid Pereira –
· Nelma Pereira da Silva – Presidente do Conselho Regional de Psicologia do Maranhão (CRP-22)
· Mayk Diego da Glória – Coordenador da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Conselho Regional de Psicologia de Goiás (CRP-09)
· Luiz Romano da Motta Araújo Neto – Vice-Presidente do Conselho Regional de Psicologia do Pará/Amapá (CRP-10)

16/09/15 (Quarta-feira)

O Mito da periculosidade e as medidas de segurança – 9h15 às 10h30

· José Luiz Quadros de Magalhães – Professor Titular da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
· Nasser Haidar Barbosa – Coordenador do Centro dos Direitos Humanos de Joinville (CDH – Joinville)

Os danos da política proibicionista antidrogas e os reflexos manicomiais – 10h30 às 12h00

· Mediador: Ileno Izídio Da Costa – Professor da Universidade de Brasília (UnB)
· Carlos Magalhães – Autor e professor do Centro Universitário Newton Paiva
· Vladimir Andrade Stempliuk – Integrante da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do CFP

Almoço – 12h às 14h

O que pode a Psicologia? Avaliação, Tratamento e Orientação pela reforma psiquiátrica e pela luta antimanicomial – 14h às 15h30

· Mediador: Rogério de Oliveira Silva – Vice-Presidente do CFP
· Tânia Kolker – Pesquisadora do Observatório Nacional de Saúde Mental e Justiça Criminal da UFF
· Silvia Helena Tedesco – Professora do Instituto de Psicologia da UFF

Alternativas possíveis: a experiência de Minas Gerais e Goiás e os desafios da inclusão nos serviços substitutivos residenciais terapêuticos – 15h30 às 17h30

· Mediador: Rodrigo Tôrres Oliveira – Coordenador da Comissão de Psicologia Jurídica do CFP
· Maria Aparecida Diniz – Programa de Atenção Integral ao Louco Infrator de Goiás (PAILI-GO)
· Pedro Gabriel Godinho Delgado – Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Mais informações aqui

Para inscrever-se clique aqui

Anúncios

Read Full Post »

ATT00001

Estilo e Formalização – Psicanálise e Lógica

Daniel Alencar e Welson Barbato

Sábado 25 de abril

Read Full Post »

VideoClube CRP SP – Ciclo Antimanicomial

Próxima sessão:
Imagens do Inconsciente I – Em Busca do Espaço Cotidiano

Data: 03/07/2014
Horário: 19h00 às 22h30
Local: Auditório do CRP SP
Endereço: Rua Arruda Alvim, 89, Jd. América, São Paulo, SP

Sinopse:
Fernando Diniz, filho de uma empregada doméstica baiana, busca recuperar um espaço cotidiano sob a forma de um quadro – é a pintura em luta constante contra o caos, um caos vivenciado numa questão de amor, uma questão de paixão. Fernando submerge como uma autodefesa para viver no inconsciente, mas não é um grande mergulho, é algo mais no nível do cotidiano.

Duração: 80 minutos.
Gênero: Documentário
Direção: Leon Hirszman
Ano de produção: 1989
País de produção: Brasil

Coordenação:
Guilherme Luz Fenerich
– Conselheiro do Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região – CRP 06.

Debatedores:
Augusto Sergio Callile – Psicólogo. Mestrado em Pós-Graduação em Saúde Coletiva pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP.

Gustavo Henrique Dionisio – Psicanalista. Mestre e doutor pelo IP-USP. Professor de Graduação e Pós-Graduação do Departamento de Psicologia Clínica da Unesp-Assis. Autor de “O antídoto do mal. Crítica de arte e loucura na modernidade brasileira” (Ed. Fiocruz) e “Pede-se abrir os olhos: psicanálise e reflexão estética hoje” (Ed. Annablume/Fapesp).

Entrada gratuita
Não há necessidade de inscrições prévias! Compareça!

Mais informações: www.crpsp.org.br/videoclube

Read Full Post »

logoVideoClube CRP SP – Ciclo Antimanicomial

Próxima sessão:
Hospital Anchieta – Documentário sobre a Reforma Psiquiátrica de Santos

O manicômio está aí, atualizado, repaginado, reinventado em seu eterno retorno e perpetuando a violência de estado. A Luta Antimanicomial, tão atual quanto estes impulsos manicomializantes da vida, segue buscando suas armas na saúde, na cultura, no trabalho e na arte, no esforço, também perene, de transformar certezas em curiosidade, muros em pontes e amarras em laços. É nessa perspectiva que retomamos o Vídeo Clube do CRP SP com este Ciclo Antimanicomial, não só para relembrar a história desta luta do seu início, como para recuperar o Cinema como arma fundamental nesta batalha por uma vida mais digna de ser vivida. Sejam todas e todos bem vindos!

Informações da Sessão:
Hospital Anchieta – Documentário sobre a Reforma Psiquiátrica de Santos
Data: 29/05/2014
Horário: 19h00 às 22h30
Local: Auditório do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo – CRP 06
Endereço: Rua Arruda Alvim, 89, Jd. América, São Paulo, SP
Capacidade: 96 lugares

Gênero: Documentário
Direção: Paulo Santiago e Matias Lancetti
Ano de produção: 1989
País de produção: Brasil
Duração: 46 minutos

Sinopse:
No inicio do documentário, através de um narrador, tomamos contato com as matérias de jornal publicadas a respeito da intervenção da prefeitura de Santos no hospital Anchieta. Os dados apresentados deixam claro sua semelhança com o hospital de Barbacena – Minas Gerais em 1979. Estamos em 1989. Dez anos se passaram, mas a violência manicomial no Estado mais rico da nação é a mesma que existia ao final da ditadura.

Porém, se Barbacena foi um marco no início da Reforma Psiquiátrica no Brasil, a Reforma Psiquiátrica de Santos será um outro marco, ao estabelecer a reorganização dos serviços de Saúde Mental, retirando o hospital psiquiátrico da rede de atenção em saúde.

A cidade de Santos pode ser considerada a primeira cidade brasileira e a quarta do mundo, a construir uma rede de serviços de saúde mental, sem a presença do hospital psiquiátrico, neste sentido, realizando um sonho antigo do Movimento de Trabalhadores de Saúde Mental, ou seja, a construção de “Uma Sociedade Sem Manicômios”.

Coordenação: Guilherme Luz Fenerich – Conselheiro do Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região – CRP 06.

Debatedores:
Augusto Sergio Callile – Psicólogo, Mestrado em Pós-Graduação em Saúde Coletiva pela Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP.

Maria Zélia Cavalcante – Psicóloga Clínica, com formação em Saúde Mental e Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientiae, trabalhou no Hospital Psiquiátrico do Juqueri, e no Programa de Saúde Mental da Prefeitura Municipal de Bauru. Desde 1990, psicóloga da Prefeitura Municipal de Santos, integra a equipe do SENAPS -V (CAPS III)

Entrada gratuita
Não há necessidade de inscrições prévias! Compareça!

Mais informações: www.crpsp.org.br/videoclube

Read Full Post »

Maiores informações: http://www.crpsp.org.br/luta/Dados.aspx

Read Full Post »

Fonte:  Agência USP de Notícias:   http://www.usp.br/agen/

Publicado em 28/abril/2011

O trabalho realizado nos Centros de Apoio Psicossocial (CAPs) da cidade de São Paulo seria beneficiado caso os profissionais de saúde tivessem maiores possibilidades de acesso a atividades de cultura e arte. Esta é uma das constatações de uma pesquisa de mestrado realizada pela terapeuta ocupacional Ana Tereza Costa Galvanese na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). “Os professores da rede municipal de ensino da Capital, por exemplo, pagam meia-entrada nos cinemas e teatros, mas esse benefício não é estendido para os profissionais de saúde que trabalham com atividades de arte e cultura, como acontece nos CAPs”, aponta.

Estudo analisou 126 atividades culturais e artísticas dos Centros de Apoio Psicossocial

Os CAPs existem em todo o Brasil e surgiram a partir da reforma psiquiátrica brasileira. Eles visam a substituição do antigo modelo, pautado no asilamento em hospitais psiquiátricos fechados, por uma proposta inovadora de atendimento em rede de cuidados, horizontalizado e de base territorial. A pesquisadora explica que os Centros são direcionados para pessoas com transtornos mentais mais severos e persistentes, como depressão grave e alguns casos de esquizofrenia. Entre outras formas de cuidado, eles oferecem atividades como música, artes plásticas, teatro, dança, cinema, fotografia, vídeo, etc., tanto nos próprios centros, como também em conjunto com espaços culturais da comunidade, como bibliotecas e casas de cultura. O trabalho é realizado por uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, psiquiatras, arte educadores, etc. E atividades culturais, como cinema, exposições e teatro, são fundamentais para os profissionais desenvolverem os trabalhos com as pessoas atendidas pelos CAPs.

A pesquisadora analisou o tema em sua dissertação de mestrado A produção do cuidado através de atividades de arte e cultura nos Centros de Atenção Psicossocial CAPS / Adultos do município de São Paulo, apresentada em novembro de 2010 na FMUSP, sob a orientação da professora Ana Flávia Pires Lucas D’Oliveira.

Ana Tereza destaca que pessoas atendidas no CAPs são, como muitas outras, produtoras de cultura e de arte. Por isso, deveria ser dada uma maior consideração à produção cultural que os participantes realizam lá. Como exemplo, ela cita o artista plástico Artur Bispo do Rosário (1909 ou 1911 – 1989). Diagnosticado com esquizofrenia paranoide, ele viveu internado em um hospital psiquiátrico durante mais de 50 anos, mas isso não o impediu de produzir dezenas de objetos e peças destacadas no cenário da arte internacional. Mas o trabalho dele somente teve destaque quando se tornou público: “O reconhecimento que se dá a um trabalho de arte e de cultura depende da visibilidade que ele tem na sociedade”, destaca.

Visibilidade

Uma outra conclusão do estudo é a necessidade de dar mais visibilidade às atividades de cultura e lazer realizados no CAPs enquanto formas de trabalho qualificado que beneficiam os pacientes atendidos, a fim de romper com o rótulo de “entretenimento” que muitas dessas iniciativas têm entre os profissionais. “Um profissional de saúde que leva um grupo de pessoas em tratamento para assistir a uma comédia no cinema está realizando um atividade terapêutica, mas isso pode ser encarado de uma maneira equivocada”, explica.

O estudo de Ana Tereza foi realizado entre 2007 e 2009 e faz parte de uma pesquisa mais ampla intitulada Avaliação dos CAPs do município de São Paulo, coordenada pela professora Andréia de Fátima Nascimento, do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Ana Tereza foi uma das participantes da iniciativa e os dados de seu mestrado foram obtidos a partir deste projeto de pesquisa.

No mestrado, Ana Tereza analisou 126 atividades oferecidas em 21 CAPs da cidade direcionados para o público adulto, entre os 22 existentes na época. A análise foi feita com base nos relatórios produzidos por equipes de três pesquisadoras que participaram do projeto da professora Andréia Nascimento. Nos chamados “cadernos de campo” elas anotavam a rotina de todas as atividades oferecidas durante uma semana em cada um dos CAPs, além de breves depoimentos dos profissionais envolvidos em cada trabalho.

Tendências de cuidados

Na análise do material, Ana Tereza verificou a existência de três tendências nos cuidados das pessoas atendidas pelos CAPs. “As mais comuns foram as atividades realizadas exclusivamente dentro dos CAPs, voltadas à ampliação das competências pessoais [como falar, ouvir o outro], às interações dentro dos grupos e o foco no grupo enquanto uma ferramenta terapêutica”, aponta a pesquisadora.

A segunda tendência caracterizou-se por uma perspectiva clínica desenvolvida na interface da arte e da saúde, com desdobramentos em direção ao território. “Isso acontece quando a pessoa atendida pelo CAPs participa de uma oficina de pintura com um artista plástico em um espaço cultural da comunidade em que mora e expõe o próprio trabalho ao lado de uma pessoa da vizinhança. Aqui ele é, de fato, um produtor de cultura”, explica Ana Tereza. “Uma terceira e minoritária tendência se refere a dificuldades na condução das atividades, como a ausência de oportunidades de experiência estética e cultural por meio da atividade, já que essas dependem também dos repertórios dos próprios profissionais. Isso mostra que oferecer ao profissional de saúde mais possibilidades de acesso a atividades culturais pode beneficiar as pessoas que são atendidas nos CAPs”, finaliza a terapeuta.

Mais informações: (14) 8134-4249 ou email anagalvanese@yahoo.com.br

Palavras chave:  arte, CAPs, Centros de Apoio Psicossocial, Cultura, FMUSP, reforma psiquiátrica.

Read Full Post »

O Movimento Popular em Defesa do Quarteirão da Saúde, Educação e Cultura do Itaim Bibi vai fazer uma caminhada em defesa da área de 20 mil m² ameaçada de ser vendida pelo executivo ao mercado imobiliário. A mobilização será no dia 21/03, às 12h00, na esquina entre as ruas Salvador Cardoso com a Cojuba.
A intenção é concentrar o maior número de pessoas entre funcionários, usuários, pacientes, pais e alunos dos oito equipamentos públicos que estão instalados no local (posto de saúde, escolas, creche, biblioteca e teatro, a APAE e o CAPS), além de moradores da região e de outros bairros, a fim de sensibilizar o prefeito para que ele desista de vender o local.
O movimento conta com a adesão de políticos, empresários, comerciantes e artistas como Eva Wilma, moradora do Itaim há mais de 30 anos.
Desde que a intenção da prefeitura de vender o terreno foi publicada no informativo do Diário Oficial, em dezembro de 2010, os moradores do bairro do Itaim-Bibi começaram a se mobilizar em defesa do quarteirão. Já realizaram cinco assembleias, colheram cerca de quase 10 mil assinaturas em abaixo-assinado eletrônico e em barraquinhas instaladas na Rua João Cachoeira e no Parque do Povo, além de ter sido instaurado dois inquéritos nas promotorias da Justiça e do Meio Ambiente e do Patrimônio Público. E ainda prometem muita movimentação pela frente.
Quarteirão reúne saúde, cultura, arte e meio ambiente.
O quarteirão ocupa uma área de cerca de 20 mil m², entre as ruas Cojuba, Lopes Neto, Salvador Cardoso e Av. Horácio Lafer. Aí está instalada, a Biblioteca Anne Frank; a EMEI Escola Infantil Tide Setúbal; a creche Santa Teresa de Jesus; a Unidade Básica de Saúde José de Barros Magaldi; a Escola Estadual de tempo integral Prof. Ceciliano José Enne; a APAE – Escola Zequinha; o Centro de Atenção Psicossocial 24 horas e o Teatro Décio de Almeida Prado, sendo que 7 deles foram recentemente reformados pela própria prefeitura de São Paulo. Todas as entidades atendem diariamente centenas de crianças, portadores de necessidades especiais, estudantes, pessoas em busca de atendimento médico e psicológico, usuários da biblioteca, além dos profissionais que trabalham em cada equipamento.
Na área está a biblioteca Anne Frank, a mais antiga biblioteca infantil instalada fora do centro da cidade e a maior densidade e diversidade de árvores naturais da região, algumas centenárias.
A prefeitura alega que a venda do terreno reverterá na construção de 200 creches em outros locais da cidade.
Próximos passos do movimento
Depois da caminhada do dia 21/3, os moradores já têm marcada uma audiência pública na Câmara Municipal, no dia 28/3, às 19 horas.

Mais informações:
Prof. Helcias Pádua, tel. (11) 9568-0621; 2818-6600; helciaspadua@yahoo.com.br.
Jorge Rubies, tel. (11) 3105-3053; info@preservasp.org.br.

Jornalistas responsáveis:
Sandra Nedopetalski
E-mail: snedo@terra.com.br;
Arismar Garcia
E- mail: arismar.garcia@gmail.com

Sandra Nedopetalski
Jornalista
Tel.: (11) 3071-0495
snedo@terra.com.br
http://www.csnprojetoseditoriais.com.br

VISITE O SITE WWW.MEMORIASDOITAIM.COM.BR

Read Full Post »

Older Posts »